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	<title>Ipsis Verbis &#187; Entrevistas</title>
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	<description>por Sérgio Bastos</description>
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		<title>http://www.lowcostportugal.net/wp-content/uploads/J%C3%BAlio-Pedro-Carvalho-Fitness-Hut.jpg</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 12:26:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SergioBastos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://sergiobastos.net/2012/01/20/entrevista-a-julio-pedro-carvalho-dos-ginasios-low-cost-fitness-hut/' addthis:title='http://www.lowcostportugal.net/wp-content/uploads/J%C3%BAlio-Pedro-Carvalho-Fitness-Hut.jpg '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>entrevista realizada para o site Low Cost Portugal A marca Fitness Hut estreou o conceito de ginásio – health club de baixo custo em Portugal. Com uma unidade ativa desde Outubro de 2011, tem planos de expansão arrojados para os próximos meses e anos. Falámos com Júlio Pedro Carvalho, “owner” da Fitness Hut no intuito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://sergiobastos.net/2012/01/20/entrevista-a-julio-pedro-carvalho-dos-ginasios-low-cost-fitness-hut/' addthis:title='http://www.lowcostportugal.net/wp-content/uploads/J%C3%BAlio-Pedro-Carvalho-Fitness-Hut.jpg '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div><p>entrevista realizada para o site <a href="http://www.lowcostportugal.net/viajar/entrevistas/entrevista-a-julio-pedro-carvalho-dos-ginasios-low-cost-fitness-hut/2011/11/#axzz1jddeJVEZ">Low Cost Portugal</a></p>
<p><a href="http://sergiobastos.net/wp-content/uploads/2012/01/Júlio-Pedro-Carvalho-Fitness-Hut.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1758" title="Júlio-Pedro-Carvalho-Fitness-Hut" src="http://sergiobastos.net/wp-content/uploads/2012/01/Júlio-Pedro-Carvalho-Fitness-Hut.jpg" alt="" width="189" height="232" /></a><a href="http://sergiobastos.net/wp-content/uploads/2012/01/J%C3%BAlio-Pedro-Carvalho-Fitness-Hut11.jpg"><br />
</a><a href="http://sergiobastos.net/wp-content/uploads/2012/01/J%C3%BAlio-Pedro-Carvalho-Fitness-Hut1.jpg"><br />
</a><br />
A marca <a href="http://www.fitnesshut.pt/">Fitness Hut</a> estreou o conceito de ginásio – health club de baixo custo em Portugal. <a href="http://www.lowcostportugal.net/viver/fitness-hut-ginasios-low-cost-2/2011/10/">Com uma unidade ativa desde Outubro de 2011</a>, tem planos de expansão arrojados para os próximos meses e anos.</p>
<p>Falámos com Júlio Pedro Carvalho, “owner” da <strong>Fitness Hut</strong> no intuito de perceber o que há de low cost nos ginásios e que ações vão ser desenvolvidas para potenciar a marca.</p>
<p><strong>Quando foi identificada a necessidade de criar uma cadeia de ginásios low cost e quantos meses / anos levou se levou da ideia inicial à abertura da unidade das Amoreiras?</strong><br />
Já tínhamos assistido à nascida de várias cadeias internacionais há três anos atrás e acompanhamos o crescimento delas com muito interesse – até lançamos uma marca com o conceito parecido antes do Fitness Hut (Fitness Worx by Holmes Place). Fomos seduzidos para criar este novo conceito aproximadamente um ano antes da inauguração do clube das Amoreiras.</p>
<p><strong>Os <a href="http://www.easygym.co.uk/">easyGym</a>, do fundador da companhia aérea easyJet, serviram de inspiração? </strong><br />
Também, entre outras: Mcfit, The Gym, Planet Fitness.</p>
<p><strong>Em que medida é que o Fitness Hut</strong> <strong>segue o modelo low cost? </strong><br />
Preços bastantes mais baixos.  Cortamos nos serviços extra (de luxo) tipo SPA, restaurantes, estética, jacuzzi, piscina, etc.</p>
<p><strong>Como obtêm um preço mais barato comparativamente a outros operadores do mercado?<br />
</strong>Os nossos custos de staff são bastante mais reduzidos pelo facto que a grande maioria de pessoas do staff são Personal Trainers que pagam uma renda de aluguer ao clube e praticam e cobram o seu próprio preçário directamente ao sócio.</p>
<p><strong>O Fitness Hut</strong> <strong>funcionará em modelo franshising?<br />
</strong>Não.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-19339" title="Fitness hut" src="http://www.lowcostportugal.net/wp-content/uploads/Fitness-hut-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p><strong>O primeiro Fitness</strong> <strong>Hut</strong> <strong>foi inaugurado em meados de outubro. Quais as reações e expectativas dos investidores / consumidores?<br />
</strong>Ficamos todos bastante satisfeitos com a rápida aceitação por parte dos consumidores.  Os consumidores ficaram bastante surpreendidos com a qualidade das instalações e dos serviços disponíveis.</p>
<p><strong>Que planos de expansão tem a marca para o resto de 2011 e para o ano de 2012?<br />
</strong>Contamos abrir mais nove clubes em 2012.</p>
<p><strong>Os planos não serão afetados pelo clima de crise economica patente em Portugal?<br />
</strong>Acreditamos que o clima fortalece o plano de expansão, pois o consumidor não pára de viver e adapta-se procurando oportunidades que tenham uma relação qualidade / valor mais adequada ao seu bolso.</p>
<p><strong>A estratégia passa por internacionalizar os ginásios? Chegar a outros países?<br />
</strong>Sem duvida, em 2013 rumo a Espanha e logo de seguida Brasil.</p>
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		<title>Entrevista ao director Ibérico da easyJet, Javier Gándara sobre a base de Lisboa</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 23:14:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SergioBastos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://sergiobastos.net/2012/01/19/entrevista-ao-director-iberico-da-easyjet-javier-gandara-sobre-a-base-de-lisboa/' addthis:title='Entrevista ao director Ibérico da easyJet, Javier Gándara sobre a base de Lisboa '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>entrevista realizada para o site Low Cost Portugal A apresentação da base de Lisboa , que decorreu hoje de manhã no ministério da economia, contou com a presença do secretário de Estado das Obras Públicas, Sérgio Monteiro, da secretária de Estado do Turismo, Cecília Meireles e do director da easyJet para Portugal e Espanha, Javier Gándara. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://sergiobastos.net/2012/01/19/entrevista-ao-director-iberico-da-easyjet-javier-gandara-sobre-a-base-de-lisboa/' addthis:title='Entrevista ao director Ibérico da easyJet, Javier Gándara sobre a base de Lisboa '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div><p>entrevista realizada para o site <a href="http://www.lowcostportugal.net/viajar/aeroportos/entrevista-ao-director-iberico-da-easyjet-javier-gandara-sobre-a-base-de-lisboa/2011/10/#axzz1jddeJVEZ">Low Cost Portugal</a></p>
<p><a href="http://sergiobastos.net/wp-content/uploads/2012/01/Javier-Gandara-300x2001.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1751" title="Javier Gandara easyJet" src="http://sergiobastos.net/wp-content/uploads/2012/01/Javier-Gandara-300x2001.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p>A apresentação da base de Lisboa , que decorreu hoje de manhã no ministério da economia, contou com a presença do secretário de Estado das Obras Públicas, Sérgio Monteiro, da secretária de Estado do Turismo, Cecília Meireles e do director da easyJet para Portugal e Espanha, Javier Gándara. Entrevistamos o representante da companhia low cost, no sentido de esclarecer alguns tópicos que ficaram em aberto.</p>
<p><strong>Para além das cinco rotas a estrear em abril 2012, a easyJet vai proceder ao aumento de frequências nas 16 existentes?<br />
</strong>Inicialmente o nosso objectivo será montar a base e criar as melhores condições para as novas ligações. Estamos sempre a avaliar a possibilidade de aumentar as frequências existentes, especialmente as de negócios. Para já não está planeado um aumento de movimentos mas, quando arrancar a base, esse passa a ser um dos nossos objectivos.</p>
<p><strong>As 15 rotas adicionais serão implementadas gradualmente até 2015? </strong><br />
Não há datas definidas para a introdução. O plano é estrear cinco rotas e, com tempo e performance da base, avaliar os melhores destinos a apresentar a seguir. O nosso objectivo global passa por, em três anos, ter as 15 rotas adicionadas.</p>
<p><strong>As ligações para Açores, Porto e Faro estavam entre as mais desejadas. Aumentar as ligações domésticas é uma meta futura?</strong><br />
A easyJet opera em 130 aeroportos e estamos sempre a estudar a possibilidades de ligarmos pontos da nossa rede aérea. Quando anunciamos uma nova rota temos de ter a certeza de que esta é mais rentável do que as já existentes. Em Portugal temos, por agora, a rota doméstica Lisboa – Funchal que podemos vir a melhorar as frequências. De momento, o nosso foco passa por ligar Lisboa a outras capitais e grandes cidades europeias, mas a eventualidade de aumentar o tráfego doméstico não está descartada.</p>
<p><strong>A easyJet espera transportar 4 milhões de passageiros anuais em Portugal. Já em 2012?<br />
</strong>Sim, esperamos que seja no próximo ano pois, no actual, estamos numa média de 3.6 milhões de passageiros para Portugal. Com os 225 mil passageiros estimados pela inclusão das cinco rotas esperamos chegar perto ou aos 4 milhões de pessoas transportadas.</p>
<p><strong>Com este crescimento de tráfego, Portugal poderá passar a ter um director dedicado em vez de um Ibérico?<br />
</strong>A estrutura não depende do volume dos passageiros transportados. Como Portugal é cada vez um mais mercado importante, pretendemos contratar um director comercial fluente em português. Ficará sediado em Lisboa.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-19632" title="Javier Gandara (2)" src="http://www.lowcostportugal.net/wp-content/uploads/Javier-Gandara-2-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></p>
<p><strong>Serão recrutados 100 novos colaboradores. Onde serão formados?<br />
</strong>As pessoas contratadas serão sempre<strong> </strong>formadas nos nossos centros do Reino Unido. Como em todos os países, os colaboradores vão ter contratos e vão pagar impostos locais. É uma forma de mostrarmos o nosso compromisso com o país. Serão recrutados já este ano, e iniciarão de imediato um curso intensivo. <strong></strong></p>
<p><strong>Há pessoal de bordo português a trabalhar em bases estrangeiras, interessados em ingressar em Lisboa?<br />
Sim. </strong>Damos sempre prioridade<strong> </strong>de mudança aos nossos colaboradores<strong>. </strong>Já<strong> </strong>transmitimos as condições dos contratos da base de Lisboa à nossa rede. Os portugueses interessados em vir para Lisboa vão estar no topo da lista de pessoal a fazer parte da base.<br />
<strong></strong><br />
<strong>O handling continuará a ser operado pela Portway?<br />
</strong>Trabalhamos com a Portway, mas estamos atentos ao futuro da Groundforce. Não descartamos nenhum cenário, queremos ter o serviço mais eficiente e competitivo em Lisboa. <strong></strong></p>
<p><strong>Lisboa era um destino pedido pelos aeroportos das Astúrias, Copenhaga, Amesterdão, Bordéus e Veneza? </strong><br />
O interesse existia nos dois sentidos. Para além de avaliarmos o interesse dos aeroportos, estamos sempre em contacto com Câmaras do Comércio de cada cidade para termos uma noção dos destinos que podem melhor servir o local.</p>
<p><strong>Em quatro das cinco rotas, excepto Astúrias, a easyJet estará em competição directa com a TAP. Esperam promover um preço mais competitivo?</strong><br />
Para a easyJet, a concorrência é salutar e não é um factor de preocupação. Acreditamos que o passageiro passa a beneficiar com uma companhia que promove um preço mais barato. Sabemos por experiência que, quando entramos numa rota com pouca oferta, a procura expande e o mercado cresce beneficiando os vários intervenientes.</p>
<p><strong>A easyJet tem preferência por um dos aeroportos falados como solução Portela +1? Alverca, Sintra ou Montijo.</strong><br />
É um processo muito complicado. Comprometemo-nos a colaborar com o Governo, pois  temos larga experiência ao voarmos em 130 aeroportos.  Seria, para já, prematuro definir qualquer preferência. Temos 2 milhões de passageiros na Portela e a transferência pode ter muitas implicações.</p>
<p><strong>Em Lisboa vão ter dois Airbus A319. Poderemos ver aviões de outros modelos?<br />
</strong>Temos uma frota já só quase exclusiva de Airbus. Procuramos ter uma média de 75% de modelo A319 e 25% de A320. Estes últimos, utilizamo-los em aeroportos com maior volume de transporte de passageiros e de rotas de longas distâncias. São os casos da Jordânia e Egipto. Não descartamos ter A320 em Lisboa no futuro.</p>
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		<title>Entrevista a Paulo Costa da pastelaria Low-Costa.come</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 22:31:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SergioBastos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://sergiobastos.net/2012/01/17/entrevista-a-paulo-costa-da-pastelaria-low-costa-come/' addthis:title='Entrevista a Paulo Costa da pastelaria Low-Costa.come '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>entrevista realizada para o site Low Cost Portugal Pastéis de nata a 40 cêntimos, bebidas a 50 cêntimos e cachorros a 1 euro? Sim são preços possíveis na pastelaria Low Costa . Come de Oliveira de Azeméis, que se assume “low cost”. A ideia nasceu de dois sócios irmãos que já trabalhavam na área e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://sergiobastos.net/2012/01/17/entrevista-a-paulo-costa-da-pastelaria-low-costa-come/' addthis:title='Entrevista a Paulo Costa da pastelaria Low-Costa.come '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div><p>entrevista realizada para o site <a href="http://www.lowcostportugal.net/viajar/entrevistas/entrevista-a-paulo-costa-da-pastelaria-low-costa-de-oliveira-de-azemeis/2011/10/">Low Cost Portugal </a></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-19035" title="Low Costa . Come" src="http://www.lowcostportugal.net/wp-content/uploads/313610_273492009347500_264944143535620_998266_113415412_n1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p>Pastéis de nata a <strong>40 cêntimos</strong>, bebidas a <strong>50 cêntimos</strong> e cachorros a <strong>1 euro</strong>? Sim são preços possíveis na <a href="http://www.lowcostportugal.net/viver/low-costa-come-pastelaria-low-cost/2011/09/">pastelaria Low Costa . Come de Oliveira de Azeméis</a>, que se assume “low cost”. A ideia nasceu de dois sócios irmãos que já trabalhavam na área e que estudaram gestão de hotelaria no segmento baixo custo. Entrevistámos Paulo Costa, um dos que levou a teoria económica à prática em bolos e refeições.</p>
<p><strong>Como nasceu a ideia de adaptar o modelo de negócio low cost a uma pastelaria?<br />
</strong>No cenário de conjuntura atual, só um conceito de baixo preço podia realmente revolucionar uma loja falida que tínhamos em Oliveira de Azeméis. Após uma falência da gerência a quem tínhamos vendido a loja, surge assim a ideia no seguimento de um trabalho que fiz para a minha tese final da licenciatura em gestão hoteleira, que acabei recentemente, sobre hotéis low-cost.</p>
<p><strong>Como conseguem praticar preços low cost, ou seja, em que economizam?</strong><br />
Sou pasteleiro e dou cursos a adultos em contexto de trabalho, a ideia era  aproveitar esta mão-de-obra para me dar uma ajuda no fabrico. Contrataria 2 funcionárias, colocaria copos descartáveis e evitaria tempo perdido a lavar loiças. Na realidade, com a abertura ainda há 8 dias. Tive de reajustar o plano inicial e hoje tenho 2 ex-alunas contratadas a tempo completo no fabrico a trabalhar. No balcão temos mais 5 pessoas isso foi por termos duplicado o meu objectivo de faturação, que era otimista.</p>
<p>Os produtos tipo bebidas, são de marca branca (Lidl, Pingo Doce, Continente) e fazemos as compras em lojas de hard discount (Mini Preço, etc).</p>
<p>So temos 6 tipos de bolos e 1 tipo de pão para não distrair o fabrico com variedades. Temos preços fixos e simples. Negociamos com fornecedores e pagamos a pronto.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-19034" title="Low Costa.com" src="http://www.lowcostportugal.net/wp-content/uploads/304206_270204049676296_264944143535620_987142_2112216164_n1-300x74.jpg" alt="" width="300" height="74" /></p>
<p><strong>A pastelaria abriu há poucos dias. Como tem sido a afluência e quais têm sido as principais reações?<br />
</strong>A afluência tem sido brutal excedemos no dobro as nossas mais otimistas previsões.<strong> </strong>As pessoas sentem-se felizes por poder novamente comprar produtos e verem o seu poder de compra a aumentar.<strong></strong></p>
<p>A explicação foi-me dada por a minha professora de economia quando fizemos (eu e o meu sócio e irmão Miguel Costa) uma licenciatura em Gestão Hoteleira. &#8220;O preço de Equilibrio&#8221; é o valor pelo qual o cliente está disposto a pagar e quem presta o serviço,  disposto a vender. Isso quer dizer que se baixamos as margens podemos vender mais e ganhar mais por menos. Simples e óbvio.</p>
<p><strong>Que preços estão a praticar em pastelaria, pão, refeições, etc?<br />
</strong>O pão é vendido a 7 cêntimos e todos os pastéis 40 cêntimos. A 50 cêntimos vendemos  bebidas, águas, minis, iogurtes ½. Leite, salgados, folhados de carne, queijo, salsicha ,pão com chouriço, sopa, etc. Sandes de panado, delicias, atum, e cahorro custam 1 euro. Bolos de aniversário custam 5,99 euros, sem necessidade de pesar. <strong> </strong>O bolo Rei custa 4.99 euros a unidade de 800gr e a francesinha 3,99 euros. <strong></strong></p>
<p><strong>A praticar preços low cost, não recebem críticas por parte de outras pastelarias / restaurantes de Oliveira de Azeméis?</strong></p>
<p>Claro que sim, estamos em Portugal e quando se faz alguma coisa diferente, as pessoas desconfiam e julgam que tem de existir uma “trafulhice” qualquer. Temos recebido alguns telefonemas ameaçadores e ofensivos, sem qualquer importância.</p>
<p>A AIPAN (Associação Industrial de Panificadores do Norte) emitiu um comunicado exigindo fiscalizações e pondo em causa tudo e mais alguma coisa, sem qualquer fundamento. O nosso advogado já esta a tratar do assunto.</p>
<p>Já recebemos uma equipa da ASAE a procurar por ilegalidades na nossa parceria com a escola, no licenciamento e não só. Obviamente nada irregular foi detetado e a inspetora confessou ter sido uma queixa de concorrentes. Felicitou-nos pela ideia e pela montagem.</p>
<p>No mesmo dia tivemos uma inspeção do Ministério do Trabalho que procurava irregularidades e trabalho gratuito dos alunos. Estes estavam a ter aulas e foi tudo clarificado sem existir qualquer dúvida da transparência do nosso funcionamento. No fim também admitiram ser queixas de concorrentes.É normal, e estamos preparados para isso.</p>
<p><strong>O Low Costa.Com poderá ser um projecto a “franchisar?<br />
</strong>Sem dúvida. Estou a aguardar que passem alguns meses para que se consolide o funcionamento , que se corrijam algumas questões e irei converter outra pastelaria que temos em Santa Maria da Feira. Deverá ser a loja piloto no próximo verão. Será franchisada mas em loja própria.<strong></strong></p>
<p>O franchising deverá ser também ser low-cost , sem royalties nem custos mensais , só um valor inicial e um pagamento anual opcional por receber formação de novos produtos. Salvaguardarei o perímetro de concorrência entre lojas.</p>
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		<title>Entrevista à directora do easyHotel Porto, Talita Oka</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 23:25:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SergioBastos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://sergiobastos.net/2012/01/16/entrevista-a-directora-do-easyhotel-porto-talita-oka/' addthis:title='Entrevista à directora do easyHotel Porto, Talita Oka '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>entrevista realizada para o site Low Cost Portugal A cidade do Porto conta com a primeira unidade easyHotel do país. A marca de alojamento low cost é trabalhada em Portugal pela empresa Best Ecran. Situado na Rua Alexandre Herculano, disponibiliza 56 quartos com preços a partir de 26 euros por noite. No intuito de conhecermos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://sergiobastos.net/2012/01/16/entrevista-a-directora-do-easyhotel-porto-talita-oka/' addthis:title='Entrevista à directora do easyHotel Porto, Talita Oka '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div><p><strong>entrevista realizada para o site <a href="http://www.lowcostportugal.net/viajar/entrevistas/entrevista-a-talita-oka-directora-do-easyhotel-porto/2011/09/">Low Cost Portugal</a></strong></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-19025" title="easyHotel Porto" src="http://www.lowcostportugal.net/wp-content/uploads/easyHotel-Porto-300x243.jpg" alt="" width="300" height="243" /></p>
<p>A cidade do Porto conta com a primeira unidade <a href="http://www.easyhotel.com/hotels/porto.html">easyHotel</a> do país. A marca de alojamento low cost é trabalhada em Portugal <a href="http://www.lowcostportugal.net/viajar/aeroportos/porto/easyhotel-inaugura-unidade-no-porto/2011/09/">pela empresa <strong>Best Ecran</strong></a>.</p>
<p>Situado na Rua Alexandre Herculano, disponibiliza 56 quartos com preços a partir de <strong>26 euros</strong> por noite.</p>
<p>No intuito de conhecermos melhor o modelo do <strong>easyHotel</strong> portuense e dos planos da marca para Portugal, entrevistamos a directora <strong>Talita Oka</strong>.</p>
<p><strong><br />
Em que medida o easyHotel do Porto é mais económica que outra oferta hostel da cidade?<br />
</strong>O easyHotel não está na categoria de um hostel, mas sim como Hotel 2 estrelas. Tem tarifas bem competitivas, pois dentro desta classificação dificilmente encontrará preços a partir dos € 26.00 para um quarto duplo localizado no centro histórico da cidade.<strong></strong></p>
<p><strong>Qual o preço base do alojamento e que extras são cobrados podem ser acrescentados?<br />
</strong>Tarifas a partir dos € 26,00 com cama de casal de grandes dimensões, WC privativo, toalhas, gel de banho e ar condicionado incluídos. Temos uma vasta lista de opcionais, que assim foram considerados por acreditarmos não serem indispensáveis a uma estada de conforto. No entanto, todos esses extras estão disponíveis a preços muito acessíveis.<strong></strong></p>
<p><strong>A easyHotel do Porto beneficia de pacotes realizados com a easyJet e easyHolidays?<br />
</strong>Por já praticarmos preços baixos não fazemos pacotes.<strong></strong></p>
<p><strong>Qual o cliente tipo tem procurado a easyHotel nestas primeiras semanas de actividade?<br />
</strong>Cliente individual de turismo ou negócios entre 18 e 50 anos, em geral.<strong></strong></p>
<p><strong>A aquisição de dormidas é feita por canais diferenciados? (internet, GDS, compra ao balcão). Qual a percentagem de cada uma destas e outras opções?<br />
</strong>Sim, utilizamos os 3 canais. Aliás somos a única marca internacional de hotéis que nasceu apenas com 1 canal de distribuição, o site próprio. Neste momento as vendas electrónicas representam cerca de 2/3 da ocupação.<strong></strong></p>
<p><strong>Gostaria de ter na cidade do Porto um easyBus para complementar a oferta alojamento + avião low cost da marca easy?<br />
</strong>O nosso core business está na easyHotel, pelo que de momento não temos outras parcerias com o easyGroup. Além disso, e pela localização privilegiada, há metro (e outros) a 5 minutos do hotel que deixa mesmo no aeroporto em 30 minutos.<strong></strong></p>
<p><strong>Quantas unidades esperam abrir a breve e médio prazo em Portugal? Com que características?<br />
</strong>O nosso objectivo será a abertura de mais 3 hotéis idealmente à razão de um por ano. Neste momento prioriza-se Lisboa, sendo que os outros 2 destinos ainda estão em aberto. Serão todos com características semelhantes ao do Porto. No entanto temos ainda a possibilidade, desde já, de subfranchisar a potenciais interessados.<strong></strong></p>
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		<title>Referência ao Low Cost Portugal na revista Meios e Publicidade</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 22:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SergioBastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[low cost portugal]]></category>
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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://sergiobastos.net/2011/10/04/referencia-ao-low-cost-portugal-na-revista-meios-e-publicidade/' addthis:title='Referência ao Low Cost Portugal na revista Meios e Publicidade '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>A reportagem &#8220;O low cost em todo o lado&#8221; publicada na revista Meios e Publicidade tem por referência o site Low Cost Portugal. Uma entrevista resultou numa caixa destaque, na qual o autor do meio Low Cost Portugal deu a sua opinião sobre a evolução o modelo baixo custo na economia, na comunicação e marketing [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://sergiobastos.net/2011/10/04/referencia-ao-low-cost-portugal-na-revista-meios-e-publicidade/' addthis:title='Referência ao Low Cost Portugal na revista Meios e Publicidade '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div><p>A reportagem &#8220;<a href="http://www.meiosepublicidade.pt/wp-content/uploads/2011/09/meios-638_300pix-214x300.jpg">O low cost em todo o lado</a>&#8221; publicada na revista <strong>Meios e Publicidade</strong> tem por referência o site <a href="http://www.lowcostportugal.net">Low Cost Portugal</a>.</p>
<p>Uma entrevista resultou numa caixa destaque, na qual o autor do meio <strong>Low Cost Portuga</strong>l deu a sua opinião sobre a evolução o modelo baixo custo na economia, na comunicação e marketing no país.</p>
<p><a href="http://sergiobastos.net/wp-content/uploads/2011/10/lcp-no-meios-e-pub1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1696" title="LCP no MeP" src="http://sergiobastos.net/wp-content/uploads/2011/10/lcp-no-meios-e-pub1.jpg" alt="" width="294" height="416" /></a></p>
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		<title>Entrevista ao CEO da Ryanair, Michael O&#8217;Leary</title>
		<link>http://sergiobastos.net/2011/09/27/entrevista-ao-ceo-da-ryanair-michael-oleary/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Sep 2011 21:24:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SergioBastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[low cost portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Michael O leary]]></category>
		<category><![CDATA[Ryanair]]></category>

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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://sergiobastos.net/2011/09/27/entrevista-ao-ceo-da-ryanair-michael-oleary/' addthis:title='Entrevista ao CEO da Ryanair, Michael O&#8217;Leary '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>Entrevista ao CEO da companhia low cost Ryanair, Michael O&#8217;Leary, aquando da conferência de imprensa em Lisboa. in Low Cost Portugal]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://sergiobastos.net/2011/09/27/entrevista-ao-ceo-da-ryanair-michael-oleary/' addthis:title='Entrevista ao CEO da Ryanair, Michael O&#8217;Leary '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div><p><a href="http://sergiobastos.net/wp-content/uploads/2011/09/entrevista-MOL-Ryanair.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1734" title="entrevista-MOL-Ryanair" src="http://sergiobastos.net/wp-content/uploads/2011/09/entrevista-MOL-Ryanair.jpg" alt="" width="349" height="320" /></a></p>
<p>Entrevista ao CEO da companhia low cost <a href="http://www.ryanair.com">Ryanair</a>, <strong>Michael O&#8217;Leary</strong>, aquando da conferência de imprensa em Lisboa.</p>
<p><object width="480" height="385" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/z9WZpm_hCHA?version=3&amp;hl=en_US&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="480" height="385" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/z9WZpm_hCHA?version=3&amp;hl=en_US&amp;rel=0" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>in <a href="http://www.lowcostportugal.net/viajar/aeroportos/exclusivo-entrevista-ao-ceo-da-ryanair-michael-oleary-video/2011/09/">Low Cost Portugal</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>BytePR, a rede de comunicação e RP 2.0</title>
		<link>http://sergiobastos.net/2010/02/25/bytepr-a-rede-de-comunicacao-e-rp-2-0/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 11:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SergioBastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Diário2]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[nicho]]></category>
		<category><![CDATA[rede social]]></category>
		<category><![CDATA[rp 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://sergiobastos.net/2010/02/25/bytepr-a-rede-de-comunicacao-e-rp-2-0/' addthis:title='BytePR, a rede de comunicação e RP 2.0 '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>Cláudio Bravo dirige a BytePR, agência de comunicação e marketing de Social Media. O projecto nasceu numa rede Ning sendo um hobby que, em poucos meses, criou laços sérios entre especialistas espanhóis da área. Envolveu, uniu e constituiu-se como empresa para a prestação de serviços nos media sociais. Qual o segredo para converter uma rede [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://sergiobastos.net/2010/02/25/bytepr-a-rede-de-comunicacao-e-rp-2-0/' addthis:title='BytePR, a rede de comunicação e RP 2.0 '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div><p><strong><a rel="attachment wp-att-4148" href="http://sergiobastos.net/?attachment_id=4148"><img class="alignleft size-full wp-image-4148" style="margin: 6px;" title="Claudio Bravo - BytePR" src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/02/claudio_bravo1.jpg" alt="" width="124" height="161" /></a>Cláudio Bravo</strong> dirige a <a href="http://www.bytepr.com/" target="_blank">BytePR</a>, agência de comunicação e marketing de Social Media. O projecto nasceu numa rede Ning sendo um hobby que, em poucos meses, criou laços sérios entre especialistas espanhóis da área. Envolveu, uniu e constituiu-se como empresa para a prestação de serviços nos media sociais. Qual o segredo para converter uma rede de nicho num projecto profissionalizante? Esta questão foi o mote da entrevista que se pode ler de em seguida.</p>
<p><strong>O que é a BytePR?</strong><br />
A BytePR é uma rede social para profissionais de comunicação e marketing. É um sítio para partilhar experiências e manter-se a par das últimas tendências.</p>
<p><strong>No tempo do domínio do Facebook ou LinkedIn, há quem ache uma loucura criar uma rede social e convocar pessoas. </strong><strong>Como se faz essa &#8220;sedução&#8221;?</strong><br />
Na BytePR diferenciamo-nos oferecendo qualidade nas relações entre os membros. É uma rede fechada. Incentivamos os novos utilizadores a colocar uma foto e a participar. Como comunicadores, devemos dar o exemplo e não são permitidos os perfis anónimos. As pessoas sentem-se identificadas e confiantes na rede e isso reflecte-se na excelente qualidade dos tópicos abordados. Isto não se encontra em redes generalistas como o Facebook ou o LinkedIn.</p>
<p><strong>A BytePR</strong><strong> era um hobby mas tornou-se a tua empresa, o que é o sonho de muitas pessoas activas em Social Media. </strong><strong>Como se consegue?</strong><br />
A BytePR começou como um hobby que cresceu ao ponto de se tornar um negócio. Acho que com envolvimento e paixão pelo que realmente gostamos, tudo se consegue. No meu caso, é a comunicação. A BytePR tem sido capaz de crescer graças a muitas horas de esforço, mas também porque desfruto o que faço. A chave do sucesso é oferecer um serviço útil para que se envolvam e regressem ao site.</p>
<p><strong>Enquanto agência de comunicação, a BytePR trabalha só no mercado online?</strong><br />
Somos uma agência híbrida, os nossos consultores têm experiência de trabalho com médias tradicionais e estão capacitados para fazer relações públicas em Social Media. Também oferecemos serviços em gestão de eventos e comunicação, comunicação interna, web design corporativo, blogues, etc.</p>
<p><strong>O meio online, não sendo o contexto em que as RP nasceram, tem inevitavelmente de ser abordado por estas. Existem RP para a internet 2.0?</strong><br />
Claro que existem relações públicas 2.0. Efectuam-se na gestão das relações entre empresas e seus públicos, na construção de comunidades em torno de produtos e serviços. As relações públicas online focam-se no consumidor de bens e serviços e não jornalistas, objecto das tradicionais RP.</p>
<p><strong>As agências de RP espanholas estão preparadas para a cada vez maior digitalização das relações de comunicação?</strong><br />
Gradualmente, as agências espanholas estão a criar divisões de comunicação online. Estão a cumprir uma necessidade do mercado, mas penso que estão a dar um ou dois passos atrás. Ao abrir áreas específicas de comunicação online, oferecem serviços adicionais na sua oferta (e com as taxas em separado). Agências como a nossa, integram RP 2.0 num serviço abrangente que inclui também os meios de comunicação tradicionais. Acreditamos que as agências do futuro têm de ser capazes de fornecer visibilidade online e offline, para que as suas estratégias sejam globais.</p>
<p><strong>As RP 2.0 são gerais em Espanha? Que áreas e empresas poderiam beneficiar com estas?</strong><br />
Há muitas empresas deviam começar a usar ferramentas de Social Media, inclusive as instituições públicas. Ainda há muito a fazer. É raro ver um serviço público a responder às preocupações dos cidadãos através do online. Por exemplo, gostaria de ser esclarecido de certas dúvidas de finanças através do Twitter. Quem sabe através de um grupo Facebook, com perguntas frequentes colocadas por cidadãos que teriam a sua pela acção de funcionários públicos ou por pessoas que já tenham realizado certo procedimento.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-4149" href="http://sergiobastos.net/?attachment_id=4149"><img title="bytepr logo" src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/02/byte02_horizontal.jpg" alt="" width="444" height="130" /></a><strong> </strong></p>
<p><strong>Quais as metas da BytePR para 2010?</strong><br />
Queremos materializar a nossa presença online nas principais cidades espanholas,  passar a organizar eventos mensais em torno da rede e oferecer uma formação sobre questões de comunicação para as pessoas que se iniciam no sector.</p>
<p>Esperamos consolidar-nos como uma agência de comunicação 2,0. de especialistas em Relações Públicas e marketing em social media do mercado espanhol.</p>
<p><strong>Entrevista publicada no <a href="http://www.diario2.com">Diário2</a> a 18.02.2010</strong></p>
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		<title>Viagem à música de Goa do século XVI (Parte 2)</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 17:32:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SergioBastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Angus Smith]]></category>
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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://sergiobastos.net/2010/02/04/viagem-a-musica-de-goa-do-seculo-xvi-parte-2/' addthis:title='Viagem à música de Goa do século XVI (Parte 2) '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>Em &#8220;Mantra: Musical Conversations across the Indian Ocean&#8221;, The Orlando Consort e Shahid Khan (voz), Kuljit Bhamra (tabla) e Jonathan Mayer (sitar) recriam a música que missionários portugueses e habitantes de Goa criaram durante o século XVI, num primeiro momento de contacto. Na segunda parte da entrevista realizada a Angus Smith (Tenor), falamos do convívio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://sergiobastos.net/2010/02/04/viagem-a-musica-de-goa-do-seculo-xvi-parte-2/' addthis:title='Viagem à música de Goa do século XVI (Parte 2) '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div><div>
<table style="border: 0px none; width: 100%; margin-bottom: 10px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td style="vertical-align: bottom;"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div style="overflow: hidden; margin-left: 12px; width: 230px; float: right;"><img style="width: 230px; height: 286px;" title="Do vinil ao digital - Viagem à música de Goa do século XVI (Parte 2)" src="http://aeiou.expresso.pt/users/2289/228985/37349e1d.jpg" alt="Do vinil ao digital - Viagem à música de Goa do século XVI (Parte 2)" /></div>
<p>Em &#8220;Mantra: Musical Conversations across the Indian Ocean&#8221;, <a rel="nofollow" href="http://www.orlandoconsort.com/" target="_blank">The Orlando Consort</a> e Shahid Khan (voz), Kuljit Bhamra (tabla) e Jonathan Mayer (sitar) recriam a música que missionários portugueses e habitantes de Goa criaram durante o século XVI, num primeiro momento de contacto.</p>
<p>Na segunda parte da entrevista realizada a Angus Smith (Tenor), falamos do convívio entre a tradição musical europeia e indiana, do trabalho de estúdio do The Orlando Consort e das expectativas que têm relativamente a concertos.</p>
<p><strong>Gravaram em CD os temas que estão a apresentar no espectáculo &#8220;Mantra: Musical Conversation sacross the Indian Ocean&#8221;. Sendo um universo diferente do anterior portfolio, acham que será bem recebido no mercado da música erudita?<br />
</strong>Temos esperanças elevadas pois há uma entrega séria da nossa parte. Estamos conotados com o contexto da música antiga, no entanto, este projecto dá-nos imensa satisfação e é para nós puro entretenimento.</p>
<p><strong>Podemos, de alguma forma, fazer a ponte entre o vosso trabalho e projectos de fusão como os de Hughes de Courson, que envolveu Bach e Mozart com música étnica?<br />
</strong>Não posso fazer comparações pois não conheço o trabalho dele. Interpretamos música realizada há cerca de 500 anos, nesse sentido acho que não produzimos algo de original.</p>
<p><strong>Na música de Goa do século XVI a mistura de temas portugueses e indianos é evidente. Esta interacção existiu também na música resultante da presença anglo-saxónica na Índia?</strong><br />
Creio que a interacção existe. Contudo, os portugueses superaram os ingleses na Índia e foi por isso que achámos de todo interessante explorar a tradição de Goa em vez da anglo-saxónica. Acho fascinante o &#8220;primeiro momento&#8221; de contacto, nomeadamente como é que os navegadores e missionários portugueses reagiram quando ouviram os instrumentos indianos, e como os goeses reagiram aos cantos e ao órgão. No filme &#8220;<a rel="nofollow" href="http://www.imdb.com/title/tt0091530/" target="_blank">A Missão</a> &#8221; (1986), o realizador Roland Joffe aborda este aspecto, revela a reacção do &#8220;novo mundo&#8221; à música europeia.</p>
<p><strong>Cerca de 500 anos depois, o que podemos aprender com a música resultante do encontro de dois mundos? </strong><strong>O que aprenderam vocês?</strong><br />
Respeito. O que sinto é que os portugueses não só viajaram para a Índia acreditando que a sua música era um instrumento para converter os habitantes locais à cristandade, mas também como um produto superior que devia ser ouvido pelo mundo inteiro. Era e é um reportório fantástico, mas suspeito que após algumas décadas na Índia, os portugueses se aperceberam que era um país com um cenário musical e cultural muito desenvolvido e próprio.</p>
<p><strong>Estiveram em Portugal noutras ocasiões. Prevêem apresentar &#8220;</strong><strong>Mantra: Musical Conversation sacross the Indian Ocean&#8221; no nosso país?</strong><br />
Temos<strong> </strong>a esperanças elevadas de levar o projecto a Portugal. Seria um sonho tornado realidade. Para mim, a interacção de músicos portugueses e goeses de há cinco séculos é uma história inspiradora e maravilhosa e evidencia as melhores qualidades da natureza humana. Tivemos tanta satisfação em trabalhar neste projecto que seria uma honra apresentá-lo no seu berço espiritual.</p>
<div><script type="text/javascript">// <![CDATA[
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		document.getElementById(idplayer).innerHTML = "Conteúdo em Flash
Precisa de instalar o Plugin de flash.<a href="http://www.adobe.com/go/getflashplayer" mce_href="http://www.adobe.com/go/getflashplayer" target='_blank'>Faça&nbsp;o&nbsp;download&nbsp;aqui"+"</"+"a>";
	}</p>
<p>}
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<div id="playerDiv3084_518655" style="overflow: hidden; width: 425px; height: 350px;"><object id="movie_player3084_518655" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="name" value="movie_player3084_518655" /><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Pp0bi0qomio" /><param name="quality" value="high" /><embed id="movie_player3084_518655" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/Pp0bi0qomio" quality="high" bgcolor="#ffffff" name="movie_player3084_518655"></embed></object></div>
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<p><strong>Entrevista publicada no <a href="http://aeiou.expresso.pt/viagem-a-musica-de-goa-do-seculo-xvi-parte-2=f518655">Do Vinil ao Digital</a> a 6.06.09 </strong></p>
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		<title>Viagem à música de Goa do século XVI (Parte 1)</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 21:37:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SergioBastos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://sergiobastos.net/2010/02/02/viagem-a-musica-de-goa-do-seculo-xvi-parte-1/' addthis:title='Viagem à música de Goa do século XVI (Parte 1) '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>The Orlando Consort www.orlandoconsort.com O grupo The Orlando Consort apresentou a 7 de Maio, no National Centre for Early Music em York (Inglaterra), um reportório que recorda a musicalidade praticada nas igrejas de Goa (Índia) do século XVI. Em &#8220;Mantra: Musical Conversations across the Indian Ocean&#8221;, os sons crioulos resultantes das missões religiosas portuguesas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://sergiobastos.net/2010/02/02/viagem-a-musica-de-goa-do-seculo-xvi-parte-1/' addthis:title='Viagem à música de Goa do século XVI (Parte 1) '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div><div>
<table style="border: 0px none; width: 100%; margin-bottom: 10px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td style="vertical-align: bottom;"></td>
</tr>
</tbody>
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<div style="overflow: hidden; margin-left: 12px; width: 230px; float: right;"><img style="width: 230px; height: 154px;" title="The Orlando Consort" src="http://aeiou.expresso.pt/imv/0/189/649/ffc13a51.jpg" alt="The Orlando Consort" /></p>
<div style="text-align: left;">The Orlando Consort</div>
<div style="text-align: right;">www.orlandoconsort.com</div>
</div>
<p>O grupo <a rel="nofollow" href="http://www.orlandoconsort.com/" target="_blank">The Orlando Consort</a> apresentou a 7 de Maio, no <a rel="nofollow" href="http://www.ncem.co.uk/" target="_blank">National Centre for Early Music</a> em York (Inglaterra), um reportório que recorda a musicalidade praticada nas igrejas de Goa (Índia) do século XVI. Em &#8220;Mantra: Musical Conversations across the Indian Ocean&#8221;, os sons crioulos resultantes das missões religiosas portuguesas e das raízes indianas são os principais actores.</p>
<p>A produção vive da colaboração do The Orlando Consort (Matthew Venner &#8211; Alto; Mark Dobell &#8211; Tenor; Angus Smith &#8211; Tenor e Donald Greig &#8211; Barítono) com intérpretes em música indiana, neste caso Shahid Khan (voz), Kuljit Bhamra (tabla) e Jonathan Mayer (sitar). Para saber mais sobre esta viagem que segue o rasto da memória sonora portuguesa, entrevistámos Angus Smith. Hoje, apresentamos a primeira parte dessa conversa.</p>
<p><strong>The Orlando Consort especializa-se em música antiga europeia entre os anos 1050-1550. Como nasceu a ideia de se debruçarem sobre os sons vividos em Goa do século XVI?</strong><br />
Em Janeiro de 1994, estive em Goa na minha lua-de-mel. Ficámos maravilhados com o legado da colonização portuguesa. Foi na Basílica do Bom Jesus, que preserva os restos mortais de S. Francisco Xavier, que me questionei sobre o papel do cristianismo na música de Goa durante cinco séculos de presença portuguesa.<br />
Só há cerca de 18 meses tive a oportunidade de me debruçar sobre este tópico, quando um director de festival incentivou o The Orlando Consort a focar-se na música indiana. A este desafio respondemos com pesquisa e trabalho. Mesmo sabendo que não será possível reproduzir fidedignamente a música que se tocava no século XVI em Goa, sabemos que temos um relato de qualidade.</p>
<p><strong>&#8220;Mantra: Musical Conversationsacross the Indian Ocean&#8221; foi produzido em quantos meses?</strong><br />
A primeira vez que juntámos todos os membros do espectáculo foi em Junho de 2008. Voltamos a reunir-nos em Setembro e Janeiro seguintes, A música fluiu com bastante facilidade e o facto de termos realizado ensaios espaçadamente ajudou-nos a assimilar sons e estilos diferentes.</p>
<p><strong>Como foi realizada a pesquisa musical? </strong><br />
Foi particularmente difícil porque é escassa a documentação que existe sobre a música na colonização portuguesa de Goa. Victor Anand Coelho, um musicólogo de ascendência goesa que reside nos EUA, tem trabalhado sobre o tema. Gostava que a nossa incursão na música antiga de Goa motivasse novas investigações de musicólogos. Queremos contribuir para que se concretize mais conhecimento nesta área.</p>
<p><strong>Foi difícil adaptar música escrita há cerca de 500 anos à actualidade? </strong><br />
A maior parte da música ocidental que utilizámos para o projecto já estava adaptada em edições modernas. Estamos confiantes que a música que cantámos é quase exacta há escrita há 500 anos, poderá ter algumas diferenças mas não podemos ter a certeza absoluta.</p>
<p><strong>Para este trabalho o The Orlando Consort canta em língua utilizada em Goa ou faz uso sobretudo do latim?</strong><br />
A maioria dos temas de música sacra é em latim. No entanto, decidimos também experimentar outras línguas asiáticas, como Punjabi e Árabe.</p>
<p><strong>Realizaram o primeiro concerto em York. Que reacções motivaram no público?</strong><br />
O primeiro concerto do projecto foi no National Centre for Early Music em York, que é uma entidade que tem apoiado o nosso trabalho e que vai colaborar futuramente na divulgação do espectáculo. O concerto teve uma excelente resposta num público misto de ingleses e indianos.</p>
<p><strong>Que reportório apresentaram neste concerto?</strong><br />
A primeira parte foi constituída por música antiga e incluiu peças do compositor português <a rel="nofollow" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pedro_de_Escobar" target="_blank">Pedro de Escobar</a> e do espanhol Francisco Guerrero, com um toque de música indiana. Na segunda parte tivemos peças compostas por nós, mas todas adaptadas ao contexto histórico em causa.</p>
<p>O concerto tem muita variedade. Há a fusão entre a polifonia europeia e a improvisação Indiana, bem como há a adaptação entre a música étnica adaptada a temas gregorianos do &#8220;velho continente&#8221;. Conseguimos também colocar sons de Bollywood no nosso programa, todos contextualizados condignamente.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/jJNI0F5YDqo&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/jJNI0F5YDqo&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><strong>Esta entrevista foi publicada no <a href="http://aeiou.expresso.pt/dovinilaodigital?num=10&amp;page=9&amp;npages=">Do Vinil ao Digital </a>a 26.05.2009</strong></p>
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		<title>Leonel Vicente: As notícias da morte da blogosfera foram claramente exageradas</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 17:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SergioBastos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://sergiobastos.net/2010/02/01/leonel-vicente-as-noticias-da-morte-da-blogosfera-foram-claramente-exageradas/' addthis:title='Leonel Vicente: As notícias da morte da blogosfera foram claramente exageradas '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_button_google_plusone" g:plusone:size="medium"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div>Se D. Duarte tinha Fernão Lopes como cronista, a blogosfera nacional tem Leonel Vicente. O autor do Memória Virtual, Tomar, Carreira da Índia e de outros espaços (é também colaborador aqui no Diário2), resume a cada fim de ano, os factos mais relevantes da comunidade “virtual”. Desde 2003 que assim é. Com a tarefa de [...]]]></description>
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<p><strong>Um ano depois de decretado o fim da blogosfera como comunidade, o cenário português mantém vitalidade. Como analisas o anúncio do “apocalipse” à luz de 2009?</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong>Recordando a famosa máxima de Mark Twain, as notícias da sua morte foram claramente exageradas.</p>
<p>A blogosfera vem revelando, já ao longo de quase uma década, uma sistemática capacidade de renovação e de regeneração, sem prejuízo de registar naturais evoluções, com tendências que se vão afirmando, como a dos blogues colectivos – numa incessante busca de massa crítica… e de audiências – e o surgimento em força, desde o início de 2009, de novas plataformas da “Web social”, primeiro com um autêntico turbilhão no Twitter, mais recentemente com o Facebook, mas que não deixam de apresentar alguns traços de complementaridade com a “blogosfera tradicional”, operando em muitos casos como mais um canal de comunicação e encaminhando leitores para os blogues associados.</p>
<p><strong>Se tivesses de eleger três grandes momentos da blogosfera no ano que finda, quais seriam?</strong></p>
<p>O encerramento de alguns projectos de referência, como os casos dos blogues “Atlântico” – com contraponto quase directo no reforço dos quadros do “31 da Armada” e do “Cachimbo de Magritte” – e “Avenida Central”.</p>
<p>Dentro da lógica de renovação, o surgimento do “Delito de Opinião”, uma primeira sangria no “Corta-Fitas”, que sofreria nova debandada já próximo do final do ano.</p>
<p>Num ano particularmente marcado pelas três eleições realizadas em Portugal, com o país em campanha durante largos meses, a inevitável referência à criação – numa parceria do jornal “Público” e de um grupo plural de autores – de um blogue colectivo para acompanhamento desses actos eleitorais, a par de uma sucessão de “blogues de campanha”, de apoio às diferentes áreas políticas em disputa, com a relevância da blogosfera a ser compreendida e a ficar bem patente em iniciativas como a visita de <em>bloggers</em> às instituições da União Europeia, a convite do eurodeputado Carlos Coelho, ou na conferência de blogues com José Sócrates e na tertúlia promovida por Paulo Rangel.</p>
<p>Extra esses eventos que incluiria entre os mais marcantes, um momento particularmente infeliz, que não poderia deixar de assinalar, de tal forma ele marcou – de forma transversal – a comunidade: o prematuro desaparecimento de Jorge Ferreira, um dos mais activos e entusiastas <em>bloggers</em> em Portugal.</p>
<p><strong>Papa MyZena, SIMplex, Jamais, Rua Direita, blogues de apoio a áreas políticas foram e vieram, assim como blogues de campanha. Não faria sentido uma acção prolongada no tempo por parte dos seus autores? Ou será que esse espaço já é preenchido por blogues como o 31 da Armada e Jugular?</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Ao longo dos anos, a blogosfera vem ditando algumas regras ou “leis” implícitas: para se fazer parte integrante e activa da comunidade é pressuposto que haja intercâmbio e debate de ideias, que haja abertura a comentários (não obstante algumas excepções…), sobretudo que haja uma presença (minimamente) perene.<strong> </strong></p>
<p>Os referidos blogues são um epifenómeno na medida em que agregam temporariamente – tendo por motivação uma acção de campanha com duração limitada e previamente definida (até ao dia das eleições…) –, um conjunto de diversos autores de outros blogues, que têm como factor de unidade a referida campanha, finda a qual se esgota o objectivo e conteúdo do blogue, regressando naturalmente “às suas origens”.</p>
<p>O debate continuado, de forma mais estrutural, com carácter de permanência ao longo do tempo, vem sendo mantido por outro tipo de blogues –  essencialmente também blogues colectivos – posicionados nos vários segmentos do espectro político-partidário português. Para além dos citados 31 da Armada e Jugular, mencionaria também os casos d’O Insurgente, Cachimbo de Magritte, Portugal dos Pequeninos, Blasfémias, Mar Salgado, Câmara dos Comuns, Aspirina B, Da Literatura, A Regra do Jogo e Ladrões de Bicicletas.</p>
<p><strong>Vivemos tempos de cruzamento entre a &#8220;publicação instantânea&#8221; (blogues) e a opinião em &#8220;tempo real&#8221; (Twitter / Facebook). Pelo teu relato, a blogosfera não definhou em 2009. É de esperar o contrário em 2010?</strong></p>
<p><strong> </strong><a rel="attachment wp-att-3972" href="http://sergiobastos.net/?attachment_id=3972"><img title="Memória Virtual 2009" src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/01/memoria-virtual-2009.jpg" alt="" width="228" height="205" /></a>Como referi anteriormente, estas novas ferramentas de publicação instantânea assumem uma dupla vertente: por um lado, o papel de mensagens com carácter mais imediatista, potenciando o diálogo – dentro das condicionantes do limitado número de caracteres –, por outro, um canal complementar de difusão dos artigos publicados em blogues, em paralelo com a função de encaminhamento de leitores para esses blogues.</p>
<p>Sendo natural que haja algumas opiniões mais imediatistas, que são orientadas de forma privilegiada e natural para o <em>Twitter</em> – tem um código de linguagem específico, que se proporciona a frases curtas, como que “aforismos”, com contraponto na limitação de conteúdo que obriga a remeter discursos mais articulados para o blogue –, não antevejo alterações significativas neste padrão de comportamento, pese embora alguma eventual diminuição de frequência de publicação nos blogues, mas que não deverá colocar em causa a sua posição de charneira como ferramenta de publicação.</p>
<p><strong>Público, Expresso, Sábado têm redes de blogues. O que esperar do futuro desta confluência entre media e bloggers?</strong></p>
<p>Esta tendência de complementaridade e interpenetração entre blogues e a “mediaesfera” vem já de trás – desde logo com a captação de novos colunistas e “opinion makers” revelados na blogosfera e, num momento seguinte, com o progressivo afluir de jornalistas aos blogues  –, tendo-se acentuado nos anos mais recentes, quer com a consolidação de sistemas de blogues “afiliados”, a par de blogues mantidos por colunistas da própria publicação, como no <em>Expresso</em>, <em>Público</em>, SIC, <em>Sol</em> ou <em>Visão</em>.</p>
<p>Por outro lado, a versão <em>online</em> do <em>Público</em> permite ligações directas aos “posts” de blogues que fazem referência aos seus artigos, enquanto o <em>Expresso</em> passou a enviar previamente a determinados autores de blogues algumas das “matérias” a publicar na edição seguinte, a par do comentário sobre assuntos em destaque na blogosfera, como faz também o <em>Jornal de Notícias</em>.</p>
<p>As redes de blogues de jornais não deixam de defrontar uma limitação, a de não estarem à partida integradas na “comunidade geral” da blogosfera, o que implica – a par de um posicionamento que pode ser de alguma forma apercebido como sendo mais institucional – esforços adicionais no sentido de partilha e integração dessa comunidade.</p>
<p>Em 2009, a iniciativa do <em>Público</em>, lançando um blogue para acompanhamento dos actos eleitorais, participado por uma quarentena de <em>bloggers</em>, veio dar mais um claro sinal dessa interpenetração e do crescente papel do “jornalismo de cidadão”, que será de prever se venham a reforçar e intensificar no futuro, beneficiando também das potencialidades tecnológicas, de captação e retransmissão de imagem (foto e vídeo).</p>
<p><strong>Entrevista publicada no <a href="http://www.diario2.com">Diario2</a> a 6.01.2010</strong></p>
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