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	<title>Ipsis Verbis &#187; Entrevistas</title>
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	<description>por Sérgio Bastos</description>
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		<title>Entrevista a Franscisco Bernardino diretor da Groundlink ao Low Cost Portugal</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Feb 2012 21:24:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SergioBastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[francisco bernardino]]></category>
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		<description><![CDATA[Francisco Bernardino dirige a Groundlink, empresa de recrutamento, de ações de handling e supervisão de tráfego. Conhecida pelos open day e formação que realiza para a low cost Ryanair, tem crescido estruturadamente a nível de clientes e países. Na entrada para o quarto ano de atividade, entrevistámos o diretor da Groundlink com vista a perceber [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Francisco Bernardino</strong> dirige a <a href="http://www.groundlink.pt/">Groundlink</a>, empresa de recrutamento, de ações de handling e supervisão de tráfego. Conhecida pelos open day e formação que realiza para a low cost <a href="http://www.ryanair.com/">Ryanair</a>, tem crescido estruturadamente a nível de clientes e países.</p>
<p>Na entrada para o quarto ano de atividade, entrevistámos o diretor da <strong>Groundlink</strong> com vista a perceber a evolução e o futuro da empresa nacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como cresceu a Groundlink  até ao ano de 2012? Em que áreas está presente?<br />
</strong>A Groundlink exerce a sua atividade na área de handling, classe 6 &#8211; limpezas e serviço de água potável e serviço de lavabos e classe 1 &#8211; supervisão de tráfego.<strong> </strong>Tem igualmente um departamento de recrutamento e formação onde recruta assistentes de bordo para a empresa Ryanair. Dá cursos de: Inglês para a aviação; security; segurança operacional e dangerous goods.<strong></strong></p>
<p>Em termos de números, crescemos 104% no primeiro ano, 1200% no segundo, 347% no terceiro e neste quarto ano de actividade esperamos crescer 112%.</p>
<p>Em 2008 tínhamos cinco trabalhadores e hoje somos mais de 150 trabalhadores de 17 nacionalidades e iremos fechar 2012 com mais de 200 trabalhadores.</p>
<p>Em 2008 estávamos presentes em Portugal e hoje o nosso país representa cerca de 22% da facturação e irá terminar 2012 a valer menos de 12% da facturação. Hoje temos empresas em Portugal, Espanha, Alemanha e em breve na Irlanda e eventualmente na Bélgica.</p>
<p>Em 2008 tratávamos de dois aviões por noite e em 2012 iremos limpar (Night Stops) e lavar mais de 90 Boeing e Airbus todas os dias.</p>
<p><a href="http://sergiobastos.net/wp-content/uploads/2012/02/Groundlink-handlng1-300x2251.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1779" title="Groundlink-handlng1-300x225[1]" src="http://sergiobastos.net/wp-content/uploads/2012/02/Groundlink-handlng1-300x2251.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p><strong>Com que empresas trabalha?</strong></p>
<p>A Groundlink trabalha com a Ryanair, Crewlink e dentro muito em breve com mais três companhias aéreas em Espanha. Só trabalhamos com as chamadas “Low Cost Airlines” uma vez que são as que têm uma percepção mais realista do mercado, são as que estão em expansão e por isso são as que potenciam a nossa dinamização de forma igualmente rápida. De certa forma funcionam como catalizadoras da nossa empresa.</p>
<p><strong> A Groundlink tem expandido atividade para fora de Portugal. Que planos de expansão tem para o presente ano?</strong></p>
<p>Estamos presentes com empresas próprias em Portugal; Espanha e Alemanha e com escritório de representação na Letónia onde se trabalha os mercados local e da Estónia, Lituânia, Finlândia e Suécia.</p>
<p>Para este ano as apostas são no mercado Irlandês, que irá servir também como teste para o mercado Britânico e a Bélgica.</p>
<p><strong>Quantos portugueses já foram recrutados pela Groundlink para a Ryanair?</strong></p>
<p>Para a Ryanair já recrutamos mais de 1550 pessoas das quais cerca de 900 estão a trabalhar nessa empresa. Existem igualmente ex-alunos a trabalhar noutras empresas.</p>
<p><strong>A Groundlink irá ter um papel preponderante nos 1000 postos de trabalho que a Ryanair anunciou ir criar em 2012?</strong></p>
<p>A nossa &#8220;quota&#8221; será de cerca de 300 pessoas a recrutar em todos os países em que trabalhamos. É claro que os portugueses irão ser parte substancial dessas 300 pessoas, até porque têm condições muito especiais para o trabalho de assistente de bordo como o falar muito bem Inglês, uma simpatia muito natural e uma grande capacidade de bem receber.</p>
<p>Para além disto com a nossa expansão iremos também admitir muitos trabalhadores portugueses, desde engenheiros do ambiente, assistentes de supervisão de tráfego, responsáveis de supervisão de tráfego, assistentes administrativos ou mesmo para ações de limpeza.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-23093" title="Groundlink logo" src="http://www.lowcostportugal.net/wp-content/uploads/Groundlink-logo.jpg" alt="" width="245" height="77" /></p>
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		<title>Entrevistas vídeo a Norbert Zoet e Hélène Abraham da Transavia.com</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Feb 2012 21:18:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SergioBastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[low cost portugal]]></category>
		<category><![CDATA[transavia]]></category>
		<category><![CDATA[video]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrevistas realizadas a Norbert Zoet, vice-presidente de vendas internacionais da transavia.com Holanda, e Hélène Abraham, representante da administração da divisão francesa da companhia low cost do grupo Air France KLM. Momentos registados a 1 de fevereiro, aquando da conferência de imprensa da transavia.com em Lisboa. &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entrevistas realizadas a <strong>Norbert Zoet</strong>, vice-presidente de vendas internacionais da <a href="http://www.transavia.com">transavia.com </a><strong>Holanda</strong>, e <strong>Hélène Abraham</strong>, representante da administração da divisão francesa da companhia low cost do grupo <strong>Air France</strong> <strong>KLM</strong>.</p>
<p><a href="http://sergiobastos.net/wp-content/uploads/2012/02/transavia.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1771" title="transavia" src="http://sergiobastos.net/wp-content/uploads/2012/02/transavia-300x164.jpg" alt="" width="300" height="164" /></a></p>
<p><a href="http://www.lowcostportugal.net/viajar/aeroportos/transavia-com-verao-2012-novas-rotas-eindhoven-e-nantes-e-mais-opcoes-porto-funchal-e-lisboa-amesterdao/2012/02/#axzz1lD5PyavF">Momentos registados a 1 de fevereiro</a>, aquando da conferência de imprensa da <a href="http://www.transavia.com">transavia.com</a> em <strong>Lisboa</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/9UFcXr0DQLA" frameborder="0" width="500" height="365"></iframe></p>
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		<title>Entrevista a Hélène Abraham, representante da administração da Transavia France</title>
		<link>http://sergiobastos.net/2012/01/22/entrevista-a-helene-abraham-representante-da-administracao-da-transavia-france/</link>
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		<pubDate>Sun, 22 Jan 2012 20:49:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SergioBastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[low cost portugal]]></category>
		<category><![CDATA[transavia]]></category>

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		<description><![CDATA[entrevista realizada para o site Low Cost Portugal O ano de 2011 foi de expansão da Transavia francesa em Portugal. Porto, Funchal e futuramente Lisboa são opções da companhia low fare do grupo Air France / KLM. Aproveitando a vinda ao Porto de Hélène Abraham, representante da administração da companhia, realizamos uma entrevista sobre os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>entrevista realizada para o site <a href="http://www.lowcostportugal.net/viajar/aeroportos/entrevista-a-helene-abraham-representante-da-administracao-da-transavia-france/2011/12/#axzz1jddeJVEZ">Low Cost Portugal</a></strong></p>
<p>O ano de 2011 foi de expansão da <a href="http://www.transavia.com/">Transavia</a> francesa em <strong>Portugal</strong>. <strong>Porto</strong>, <strong>Funchal</strong> e futuramente Lisboa são opções da companhia low fare do grupo Air France / KLM.<strong> Aproveitando a vinda</strong> ao Porto<strong> de </strong><strong>Hélène Abraham</strong>, representante da administração da companhia, realizamos uma entrevista sobre os temas actuais e desenvolvimentos esperados para 2012.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-21097" title="Hélène Abraham - Transavia" src="http://www.lowcostportugal.net/wp-content/uploads/Hélène-Abraham-Transavia1-767x1024.jpg" alt="" width="368" height="491" /></p>
<p><strong>Para além da rota nova Lisboa – Nantes, e aumento de voos em ligações do Porto, a Transavia.com poderá apresentar mais alguma novidade para a temporada de verão 2012?</strong></p>
<p>Portugal é o terceiro mercado da Transavia France. É um destino importante e de sucesso para a nossa companhia. Desde o primeiro voo em 12 de Maio de 2007, temos vindo constantemente a aumentar número de voos e rotas entre Portugal e França, Madeira incluída. Estamos sempre a adaptar a oferta à procura e, por isso, podemos vir a melhorar voos assim que surja a oportunidade.</p>
<p><strong>França é um bom mercado para o aeroporto do Porto. Futuramente podemos ver a Transavia.com a apostar em rotas deste para Lille, Lyon e marselha que são outros destinos franceses da companhia?</strong></p>
<p>A nossa frota de Boeing 737-800 está baseada no aeroporto <strong>Paris Orly</strong>. Tem o limite de 8 aviões no inverno e 10 no verão. Além da nossa base principal temos uma aeronave em Nantes e outra em Lille. O Boeing colocado em Lille opera em exclusividade para  a Thomas Cook.</p>
<p>Por agora, não temos planos para abrir novas rotas para o Porto. Continuaremos a apostar nos voos bi-diarios para o Paris, os dois voos semanais de Nantes e as ligações diárias entre a cidade e o Funchal.</p>
<p><strong>Com 1.4 milhões de passageiros transportados no verão, a Transavia.com tem planos para expandir a sua frota e rotas no verão e inverno 2012?</strong></p>
<p>Devido à crise económica que assola e Europa, não temos planos de expansão de frota para 2012. No verão vamos incorporar mais rotas como são caso Nantes &#8211; Lisboa e voos para Chipre.</p>
<p><strong>A Transavia.com tem crescido substancialmente no Porto. Seria realista o cenário da companhia basear um ou 2 aviões no Porto e crescer em rotas e passageiros?</strong></p>
<p>Não temos planos para tal. A Transavia France só tem uma base: Paris Orly.</p>
<p><strong>A Transavia francesa vai passar a voar para Lisboa. Faro poderá ser um próximo destino?</strong></p>
<p>Temos operações charter para Faro no verão, operados para o Club Méditerranée. Não temos previsto o inicio de voos regulares para este destino.</p>
<p><strong>Qual é a opinião da Transavia.com quanto aos subsídios recebidos por companhias low cost e regulares para o aumento de tráfego em aeroportos por programas como o iniciative.pt?</strong></p>
<p>Não tenho comentários a fazer sobre esse programa. Um destino necessita de ser promovido e é bom saber que o governo português tem a iniciativa de o fazer. As nossas campanhas de publicidade em França representam uma parte do investimento e Portugal é um dos países incluídos. Trabalhamos com operadores turísticos, mas também com associações e instituições de Turismo de forma a promover o melhor possível o destino.</p>
<p><strong>Mais entrevistas exclusivas Low Cost Portugal<a href="http://www.lowcostportugal.net/category/viajar/entrevistas/"> aqui</a>.</strong></p>
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		<title>Entrevista ao presidente do Fórum Centro Portugal sobre necessidade de abertura de Monte Real à aviação civil</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Jan 2012 17:43:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SergioBastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[low cost portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[entrevista realizada para o site Low Cost Portugal Autarquias, entidades, empresas e regiões do centro do país uniram esforços com o objectivo de abrir o aeroporto militar de Monte Real à aviação civil. Com o adiamento da construção do novo aeroporto de Lisboa – Alcochete – nasceu a oportunidade de um aeroporto complementar à Portela. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>entrevista realizada para o site <a href="http://www.lowcostportugal.net/viajar/aeroportos/entrevista-ao-presidente-do-forum-centro-portugal-sobre-necessidade-de-abertura-de-monte-real-a-aviacao-civil/2011/11/#axzz1jddeJVEZ">Low Cost Portugal</a></strong></p>
<p>Autarquias, entidades, empresas e regiões do centro do país uniram esforços com o objectivo de abrir o aeroporto militar de <strong>Monte Real</strong> à aviação civil.</p>
<p>Com o adiamento da construção do novo aeroporto de Lisboa – <strong>Alcochete</strong> – <a href="http://www.lowcostportugal.net/">nasceu a oportunidade de um aeroporto complementar à Portela</a>. Alverca, Sintra e Montijo são as soluções avançadas. A região centro pede que Monte Real seja tida em análise.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O <strong>Fórum Centro Portugal</strong> faz-se ouvir pela dinamização de Monte Real à aviação civil. Entrevistámos Manuel Queiró, que preside à associação.</p>
<p><strong>O que é o Fórum Centro Portugal e para que fins foi criado?</strong><br />
É uma associação sem fins lucrativos criada por diversas personalidades em 2008 com a finalidade de promover a defesa dos interesses do centro do País e as condições do seu desenvolvimento económico, social e ambiental. Tem servido como plataforma para a acção conjunta de autarquias e associações empresariais, nomeadamente junto dos sucessivos governos.</p>
<p><strong>Há quantos anos se debate o centro do país com a necessidade  de ter um aeroporto que sirva a região? Porque é que ainda esse objectivo ainda não saiu do papel?</strong><br />
Desde os anos 60. Foi sempre uma reivindicação perante o poder central, assumida pelos mais variados protagonistas. A resposta nunca foi frontalmente negativa. Pelo contrário, houve sempre promessas mais tarde seguidas de explicações para não se avançar de imediato. Normalmente invocava-se a oposição dos militares, outras vezes tratava-se de um simples adiamento até a pressão se atenuar. É hoje claro que o poder central resistirá sempre a qualquer aeroporto internacional entre Lisboa e Porto. Para o centro do País não ficar demasiado longe deste tipo de serviço (por comparação com a cobertura do território espanhol, por exemplo), terá de contar com os seus próprios instrumentos de poder, locais ou regionais. E com o investimento privado, porque o público dispensado pelo Estado central, por menor que seja, não aparecerá.</p>
<div id="attachment_19790" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-19790 " title="Forum Centro Portugal" src="http://www.lowcostportugal.net/wp-content/uploads/Forum-Centro-Portugal-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Forum Centro Portugal reuniu 300 autarcas em abril</p></div>
<p><strong>A suspensão do projeto do Novo Aeroporto de Lisboa abre uma porta à abertura da Base Aérea de Monte Real à aviação civil?</strong><br />
Parece-nos claramente que sim. O Fórum Centro Portugal já vinha defendendo não haver condições, no estado em que o nosso País se encontra, para construir um aeroporto de raiz. Países bem mais saudáveis financeiramente estão a apostar no aproveitamento de infraestruturas militares para uso civil como forma de minimizar os custos e maximizar os investimentos, e ao mesmo tempo efectuar uma boa cobertura territorial pelo serviço aeroportuário. Essa política desenvolve-se a par com a abertura da actividade aeroportuária à iniciativa privada. É pena que tenhamos de chegar a extremos financeiros para adoptar as soluções realistas e responsáveis que os outros já seguem.</p>
<p><strong>Os estudos sobre a Base de Monte Real e a sua adaptação à aviação civil não foram concluídos, porque motivo?<br />
</strong>Os estudos resultavam da colaboração entre o Fórum e o anterior Governo, porque só assim eles seriam relevantes e teriam consequências, mas o Ministro António Mendonça passou a ignorá-los e o Fórum viu-se obrigado a suspender o processo. O Secretário de Estado das Obras Públicas chegou a participar na apresentação pública do Grupo de Trabalho, constituído por representantes da Força Aérea, do INAC, da NAV e da ANA e ainda por professores das universidades de Coimbra e de Aveiro e do Instituto Politécnico de Leiria, mas o que viria com a mudança de ministro alteraria também a sua posição.</p>
<p>O Professor António José Pais Antunes, reconhecidamente um dos mais credenciados académicos portugueses ao nível de planeamento do território e dos transportes, foi na altura escolhido por consenso com o Governo para coordenar este grupo, não restando qualquer tipo de dúvidas sobre a independência e o rigor técnico dos trabalhos a efectuar. Mas como lhe disse com a mudança de ministro o anterior Governo distanciou-se e passou a ignorá-los.</p>
<p>O actual Governo anunciou a suspensão do Novo Aeroporto de Lisboa e o eventual aproveitamento de uma infra-estrutura já existente para servir de complemento ao Aeroporto da Portela. Na nossa opinião haveria vantagem para o País em incluir Monte Real nas opções a considerar.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-19793" title="Aeroportos de Lisboa a Monte Real" src="http://www.lowcostportugal.net/wp-content/uploads/Monte-Real.jpg" alt="" width="343" height="497" /></p>
<p><strong>O Fórum Centro Portugal está 100% focado em ser a solução “+1”? Ou acredita que tem condições para um aeroporto regional com potencialidade de crescimento a curto e médio prazo?</strong><br />
Claro que não. A solução “+1” em Monte Real faria sentido dentro de uma visão descentralizada do território. Mas não há que ter ilusões, essa não é a que vigora em Portugal. A escolha vai ser feita com base em critérios válidos, acreditamos, mas deverá assentar exclusivamente nos interesses do serviço para Lisboa. A nós compete-nos chamar a atenção para outra solução, mais afastada, mas que simultaneamente serviria para fechar uma lacuna no território e no serviço às populações, e poderia assentar numa concessão a privados, evitando investimento público.</p>
<p><strong>Não havendo intenção de investimento estatal para a adaptação de Monte Real ao tráfego civil, o centro do país conseguira optar por uma solução de investimento privado? Há interessados?</strong><br />
A nossa opção já é essa. A complementaridade com a Portela seria apenas um aproveitamento adicional de uma infra-estrutura dedicada em primeira mão ao serviço regional, e esse serviço justificará, a nosso ver, o interesse de investidores. Mas a abertura de um concurso depende inteiramente do poder central. Não há outra hipótese, infelizmente.</p>
<p><strong>Já realizaram contactos com companhias aéreas? Manifestaram interesse?</strong><br />
Assim que a possibilidade deste aeroporto começou a ser ventilada, alguns investidores e operadores tomaram a iniciativa de contactar as autarquias. Esses contactos foram suficientes para justificar uma avaliação da procura a nível regional e local, que só um estudo mais avançado poderá determinar. Mas o Fórum não tem por si a autoridade para dialogar com possíveis interessados num concurso dependente de uma decisão que lhe escapa inteiramente.</p>
<p><strong>Quais a vantagens de Monte Real? </strong><br />
O aproveitamento da Base Aérea de Monte Real tem vantagens se considerarmos a faixa litoral do País. Para além de poder servir de complemento ao actual aeroporto de Lisboa ela está sobretudo próxima de um dos mais importantes santuários marianos do mundo, o Santuário de Fátima, do Oeste e dos seus empreendimentos turísticos, e ainda dos centros urbanos de Coimbra, Leiria, Figueira da Foz, Pombal e Marinha Grande, podendo assim preencher uma lacuna importante na nossa faixa litoral.</p>
<p>Um factor muito importante é o facto de as suas ligações estarem em grande parte já no terreno: para Lisboa pelas A17 e A8, e futuramente o TGV com uma estação muito próxima; para Fátima a proximidade é suficiente; para as populações do Centro a A1 (a curta distância e com a possibilidade de uma ligação directa a Pombal), o IC8 (idem) e a até a linha do Oeste. Está ainda muito próximo o porto da Figueira da Foz.<br />
<strong><br />
Um terminal civil em Monte Real poderia ser realizado apenas com investimento privado?<br />
</strong>Mesmo sem a conclusão dos estudos, as apreciações por nós efectuadas convenceram-nos de que a instalação deste aeroporto é um investimento apetecível. O custo da adaptação será reduzido, pois a maior parte das valências aeroportuárias já existem na Base Aérea. Pondo de parte a questão do eventual reforço da pista, a apurar em estudos de especialidade, ficam apenas por realizar a área de estacionamento e o terminal civil, havendo para isso área disponível já servida por táxiway.</p>
<p><strong>Quanto tempo demorariam os trabalhos para capacitar Monte Real de infraestruturas para receber a aviação civil?<br />
</strong>Como já referi atrás o grosso das infra-estruturas já existe, incluindo o controlo de tráfego aéreo, os serviços de combate a incêndios e as ajudas à navegação. Construir um terminal civil e uma placa de estacionamento é em princípio o que há a fazer. Percebe-se facilmente que seria uma obra rápida. Os obstáculos não estão aí, é mais difícil vencer as inércias políticas do que propriamente pôr o aeroporto a funcionar.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>http://www.lowcostportugal.net/wp-content/uploads/J%C3%BAlio-Pedro-Carvalho-Fitness-Hut.jpg</title>
		<link>http://sergiobastos.net/2012/01/20/entrevista-a-julio-pedro-carvalho-dos-ginasios-low-cost-fitness-hut/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 12:26:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SergioBastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[fitness hut]]></category>
		<category><![CDATA[low cost portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[entrevista realizada para o site Low Cost Portugal A marca Fitness Hut estreou o conceito de ginásio – health club de baixo custo em Portugal. Com uma unidade ativa desde Outubro de 2011, tem planos de expansão arrojados para os próximos meses e anos. Falámos com Júlio Pedro Carvalho, “owner” da Fitness Hut no intuito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>entrevista realizada para o site <a href="http://www.lowcostportugal.net/viajar/entrevistas/entrevista-a-julio-pedro-carvalho-dos-ginasios-low-cost-fitness-hut/2011/11/#axzz1jddeJVEZ">Low Cost Portugal</a></p>
<p><a href="http://sergiobastos.net/wp-content/uploads/2012/01/Júlio-Pedro-Carvalho-Fitness-Hut.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1758" title="Júlio-Pedro-Carvalho-Fitness-Hut" src="http://sergiobastos.net/wp-content/uploads/2012/01/Júlio-Pedro-Carvalho-Fitness-Hut.jpg" alt="" width="189" height="232" /></a><a href="http://sergiobastos.net/wp-content/uploads/2012/01/J%C3%BAlio-Pedro-Carvalho-Fitness-Hut11.jpg"><br />
</a><a href="http://sergiobastos.net/wp-content/uploads/2012/01/J%C3%BAlio-Pedro-Carvalho-Fitness-Hut1.jpg"><br />
</a><br />
A marca <a href="http://www.fitnesshut.pt/">Fitness Hut</a> estreou o conceito de ginásio – health club de baixo custo em Portugal. <a href="http://www.lowcostportugal.net/viver/fitness-hut-ginasios-low-cost-2/2011/10/">Com uma unidade ativa desde Outubro de 2011</a>, tem planos de expansão arrojados para os próximos meses e anos.</p>
<p>Falámos com Júlio Pedro Carvalho, “owner” da <strong>Fitness Hut</strong> no intuito de perceber o que há de low cost nos ginásios e que ações vão ser desenvolvidas para potenciar a marca.</p>
<p><strong>Quando foi identificada a necessidade de criar uma cadeia de ginásios low cost e quantos meses / anos levou se levou da ideia inicial à abertura da unidade das Amoreiras?</strong><br />
Já tínhamos assistido à nascida de várias cadeias internacionais há três anos atrás e acompanhamos o crescimento delas com muito interesse – até lançamos uma marca com o conceito parecido antes do Fitness Hut (Fitness Worx by Holmes Place). Fomos seduzidos para criar este novo conceito aproximadamente um ano antes da inauguração do clube das Amoreiras.</p>
<p><strong>Os <a href="http://www.easygym.co.uk/">easyGym</a>, do fundador da companhia aérea easyJet, serviram de inspiração? </strong><br />
Também, entre outras: Mcfit, The Gym, Planet Fitness.</p>
<p><strong>Em que medida é que o Fitness Hut</strong> <strong>segue o modelo low cost? </strong><br />
Preços bastantes mais baixos.  Cortamos nos serviços extra (de luxo) tipo SPA, restaurantes, estética, jacuzzi, piscina, etc.</p>
<p><strong>Como obtêm um preço mais barato comparativamente a outros operadores do mercado?<br />
</strong>Os nossos custos de staff são bastante mais reduzidos pelo facto que a grande maioria de pessoas do staff são Personal Trainers que pagam uma renda de aluguer ao clube e praticam e cobram o seu próprio preçário directamente ao sócio.</p>
<p><strong>O Fitness Hut</strong> <strong>funcionará em modelo franshising?<br />
</strong>Não.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-19339" title="Fitness hut" src="http://www.lowcostportugal.net/wp-content/uploads/Fitness-hut-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p><strong>O primeiro Fitness</strong> <strong>Hut</strong> <strong>foi inaugurado em meados de outubro. Quais as reações e expectativas dos investidores / consumidores?<br />
</strong>Ficamos todos bastante satisfeitos com a rápida aceitação por parte dos consumidores.  Os consumidores ficaram bastante surpreendidos com a qualidade das instalações e dos serviços disponíveis.</p>
<p><strong>Que planos de expansão tem a marca para o resto de 2011 e para o ano de 2012?<br />
</strong>Contamos abrir mais nove clubes em 2012.</p>
<p><strong>Os planos não serão afetados pelo clima de crise economica patente em Portugal?<br />
</strong>Acreditamos que o clima fortalece o plano de expansão, pois o consumidor não pára de viver e adapta-se procurando oportunidades que tenham uma relação qualidade / valor mais adequada ao seu bolso.</p>
<p><strong>A estratégia passa por internacionalizar os ginásios? Chegar a outros países?<br />
</strong>Sem duvida, em 2013 rumo a Espanha e logo de seguida Brasil.</p>
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		<title>Entrevista ao director Ibérico da easyJet, Javier Gándara sobre a base de Lisboa</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 23:14:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SergioBastos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[entrevista realizada para o site Low Cost Portugal A apresentação da base de Lisboa , que decorreu hoje de manhã no ministério da economia, contou com a presença do secretário de Estado das Obras Públicas, Sérgio Monteiro, da secretária de Estado do Turismo, Cecília Meireles e do director da easyJet para Portugal e Espanha, Javier Gándara. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>entrevista realizada para o site <a href="http://www.lowcostportugal.net/viajar/aeroportos/entrevista-ao-director-iberico-da-easyjet-javier-gandara-sobre-a-base-de-lisboa/2011/10/#axzz1jddeJVEZ">Low Cost Portugal</a></p>
<p><a href="http://sergiobastos.net/wp-content/uploads/2012/01/Javier-Gandara-300x2001.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1751" title="Javier Gandara easyJet" src="http://sergiobastos.net/wp-content/uploads/2012/01/Javier-Gandara-300x2001.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p>A apresentação da base de Lisboa , que decorreu hoje de manhã no ministério da economia, contou com a presença do secretário de Estado das Obras Públicas, Sérgio Monteiro, da secretária de Estado do Turismo, Cecília Meireles e do director da easyJet para Portugal e Espanha, Javier Gándara. Entrevistamos o representante da companhia low cost, no sentido de esclarecer alguns tópicos que ficaram em aberto.</p>
<p><strong>Para além das cinco rotas a estrear em abril 2012, a easyJet vai proceder ao aumento de frequências nas 16 existentes?<br />
</strong>Inicialmente o nosso objectivo será montar a base e criar as melhores condições para as novas ligações. Estamos sempre a avaliar a possibilidade de aumentar as frequências existentes, especialmente as de negócios. Para já não está planeado um aumento de movimentos mas, quando arrancar a base, esse passa a ser um dos nossos objectivos.</p>
<p><strong>As 15 rotas adicionais serão implementadas gradualmente até 2015? </strong><br />
Não há datas definidas para a introdução. O plano é estrear cinco rotas e, com tempo e performance da base, avaliar os melhores destinos a apresentar a seguir. O nosso objectivo global passa por, em três anos, ter as 15 rotas adicionadas.</p>
<p><strong>As ligações para Açores, Porto e Faro estavam entre as mais desejadas. Aumentar as ligações domésticas é uma meta futura?</strong><br />
A easyJet opera em 130 aeroportos e estamos sempre a estudar a possibilidades de ligarmos pontos da nossa rede aérea. Quando anunciamos uma nova rota temos de ter a certeza de que esta é mais rentável do que as já existentes. Em Portugal temos, por agora, a rota doméstica Lisboa – Funchal que podemos vir a melhorar as frequências. De momento, o nosso foco passa por ligar Lisboa a outras capitais e grandes cidades europeias, mas a eventualidade de aumentar o tráfego doméstico não está descartada.</p>
<p><strong>A easyJet espera transportar 4 milhões de passageiros anuais em Portugal. Já em 2012?<br />
</strong>Sim, esperamos que seja no próximo ano pois, no actual, estamos numa média de 3.6 milhões de passageiros para Portugal. Com os 225 mil passageiros estimados pela inclusão das cinco rotas esperamos chegar perto ou aos 4 milhões de pessoas transportadas.</p>
<p><strong>Com este crescimento de tráfego, Portugal poderá passar a ter um director dedicado em vez de um Ibérico?<br />
</strong>A estrutura não depende do volume dos passageiros transportados. Como Portugal é cada vez um mais mercado importante, pretendemos contratar um director comercial fluente em português. Ficará sediado em Lisboa.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-19632" title="Javier Gandara (2)" src="http://www.lowcostportugal.net/wp-content/uploads/Javier-Gandara-2-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></p>
<p><strong>Serão recrutados 100 novos colaboradores. Onde serão formados?<br />
</strong>As pessoas contratadas serão sempre<strong> </strong>formadas nos nossos centros do Reino Unido. Como em todos os países, os colaboradores vão ter contratos e vão pagar impostos locais. É uma forma de mostrarmos o nosso compromisso com o país. Serão recrutados já este ano, e iniciarão de imediato um curso intensivo. <strong></strong></p>
<p><strong>Há pessoal de bordo português a trabalhar em bases estrangeiras, interessados em ingressar em Lisboa?<br />
Sim. </strong>Damos sempre prioridade<strong> </strong>de mudança aos nossos colaboradores<strong>. </strong>Já<strong> </strong>transmitimos as condições dos contratos da base de Lisboa à nossa rede. Os portugueses interessados em vir para Lisboa vão estar no topo da lista de pessoal a fazer parte da base.<br />
<strong></strong><br />
<strong>O handling continuará a ser operado pela Portway?<br />
</strong>Trabalhamos com a Portway, mas estamos atentos ao futuro da Groundforce. Não descartamos nenhum cenário, queremos ter o serviço mais eficiente e competitivo em Lisboa. <strong></strong></p>
<p><strong>Lisboa era um destino pedido pelos aeroportos das Astúrias, Copenhaga, Amesterdão, Bordéus e Veneza? </strong><br />
O interesse existia nos dois sentidos. Para além de avaliarmos o interesse dos aeroportos, estamos sempre em contacto com Câmaras do Comércio de cada cidade para termos uma noção dos destinos que podem melhor servir o local.</p>
<p><strong>Em quatro das cinco rotas, excepto Astúrias, a easyJet estará em competição directa com a TAP. Esperam promover um preço mais competitivo?</strong><br />
Para a easyJet, a concorrência é salutar e não é um factor de preocupação. Acreditamos que o passageiro passa a beneficiar com uma companhia que promove um preço mais barato. Sabemos por experiência que, quando entramos numa rota com pouca oferta, a procura expande e o mercado cresce beneficiando os vários intervenientes.</p>
<p><strong>A easyJet tem preferência por um dos aeroportos falados como solução Portela +1? Alverca, Sintra ou Montijo.</strong><br />
É um processo muito complicado. Comprometemo-nos a colaborar com o Governo, pois  temos larga experiência ao voarmos em 130 aeroportos.  Seria, para já, prematuro definir qualquer preferência. Temos 2 milhões de passageiros na Portela e a transferência pode ter muitas implicações.</p>
<p><strong>Em Lisboa vão ter dois Airbus A319. Poderemos ver aviões de outros modelos?<br />
</strong>Temos uma frota já só quase exclusiva de Airbus. Procuramos ter uma média de 75% de modelo A319 e 25% de A320. Estes últimos, utilizamo-los em aeroportos com maior volume de transporte de passageiros e de rotas de longas distâncias. São os casos da Jordânia e Egipto. Não descartamos ter A320 em Lisboa no futuro.</p>
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		<title>Entrevista a Paulo Costa da pastelaria Low-Costa.come</title>
		<link>http://sergiobastos.net/2012/01/17/entrevista-a-paulo-costa-da-pastelaria-low-costa-come/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 22:31:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SergioBastos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[low cost]]></category>
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		<description><![CDATA[entrevista realizada para o site Low Cost Portugal Pastéis de nata a 40 cêntimos, bebidas a 50 cêntimos e cachorros a 1 euro? Sim são preços possíveis na pastelaria Low Costa . Come de Oliveira de Azeméis, que se assume “low cost”. A ideia nasceu de dois sócios irmãos que já trabalhavam na área e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>entrevista realizada para o site <a href="http://www.lowcostportugal.net/viajar/entrevistas/entrevista-a-paulo-costa-da-pastelaria-low-costa-de-oliveira-de-azemeis/2011/10/">Low Cost Portugal </a></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-19035" title="Low Costa . Come" src="http://www.lowcostportugal.net/wp-content/uploads/313610_273492009347500_264944143535620_998266_113415412_n1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p>Pastéis de nata a <strong>40 cêntimos</strong>, bebidas a <strong>50 cêntimos</strong> e cachorros a <strong>1 euro</strong>? Sim são preços possíveis na <a href="http://www.lowcostportugal.net/viver/low-costa-come-pastelaria-low-cost/2011/09/">pastelaria Low Costa . Come de Oliveira de Azeméis</a>, que se assume “low cost”. A ideia nasceu de dois sócios irmãos que já trabalhavam na área e que estudaram gestão de hotelaria no segmento baixo custo. Entrevistámos Paulo Costa, um dos que levou a teoria económica à prática em bolos e refeições.</p>
<p><strong>Como nasceu a ideia de adaptar o modelo de negócio low cost a uma pastelaria?<br />
</strong>No cenário de conjuntura atual, só um conceito de baixo preço podia realmente revolucionar uma loja falida que tínhamos em Oliveira de Azeméis. Após uma falência da gerência a quem tínhamos vendido a loja, surge assim a ideia no seguimento de um trabalho que fiz para a minha tese final da licenciatura em gestão hoteleira, que acabei recentemente, sobre hotéis low-cost.</p>
<p><strong>Como conseguem praticar preços low cost, ou seja, em que economizam?</strong><br />
Sou pasteleiro e dou cursos a adultos em contexto de trabalho, a ideia era  aproveitar esta mão-de-obra para me dar uma ajuda no fabrico. Contrataria 2 funcionárias, colocaria copos descartáveis e evitaria tempo perdido a lavar loiças. Na realidade, com a abertura ainda há 8 dias. Tive de reajustar o plano inicial e hoje tenho 2 ex-alunas contratadas a tempo completo no fabrico a trabalhar. No balcão temos mais 5 pessoas isso foi por termos duplicado o meu objectivo de faturação, que era otimista.</p>
<p>Os produtos tipo bebidas, são de marca branca (Lidl, Pingo Doce, Continente) e fazemos as compras em lojas de hard discount (Mini Preço, etc).</p>
<p>So temos 6 tipos de bolos e 1 tipo de pão para não distrair o fabrico com variedades. Temos preços fixos e simples. Negociamos com fornecedores e pagamos a pronto.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-19034" title="Low Costa.com" src="http://www.lowcostportugal.net/wp-content/uploads/304206_270204049676296_264944143535620_987142_2112216164_n1-300x74.jpg" alt="" width="300" height="74" /></p>
<p><strong>A pastelaria abriu há poucos dias. Como tem sido a afluência e quais têm sido as principais reações?<br />
</strong>A afluência tem sido brutal excedemos no dobro as nossas mais otimistas previsões.<strong> </strong>As pessoas sentem-se felizes por poder novamente comprar produtos e verem o seu poder de compra a aumentar.<strong></strong></p>
<p>A explicação foi-me dada por a minha professora de economia quando fizemos (eu e o meu sócio e irmão Miguel Costa) uma licenciatura em Gestão Hoteleira. &#8220;O preço de Equilibrio&#8221; é o valor pelo qual o cliente está disposto a pagar e quem presta o serviço,  disposto a vender. Isso quer dizer que se baixamos as margens podemos vender mais e ganhar mais por menos. Simples e óbvio.</p>
<p><strong>Que preços estão a praticar em pastelaria, pão, refeições, etc?<br />
</strong>O pão é vendido a 7 cêntimos e todos os pastéis 40 cêntimos. A 50 cêntimos vendemos  bebidas, águas, minis, iogurtes ½. Leite, salgados, folhados de carne, queijo, salsicha ,pão com chouriço, sopa, etc. Sandes de panado, delicias, atum, e cahorro custam 1 euro. Bolos de aniversário custam 5,99 euros, sem necessidade de pesar. <strong> </strong>O bolo Rei custa 4.99 euros a unidade de 800gr e a francesinha 3,99 euros. <strong></strong></p>
<p><strong>A praticar preços low cost, não recebem críticas por parte de outras pastelarias / restaurantes de Oliveira de Azeméis?</strong></p>
<p>Claro que sim, estamos em Portugal e quando se faz alguma coisa diferente, as pessoas desconfiam e julgam que tem de existir uma “trafulhice” qualquer. Temos recebido alguns telefonemas ameaçadores e ofensivos, sem qualquer importância.</p>
<p>A AIPAN (Associação Industrial de Panificadores do Norte) emitiu um comunicado exigindo fiscalizações e pondo em causa tudo e mais alguma coisa, sem qualquer fundamento. O nosso advogado já esta a tratar do assunto.</p>
<p>Já recebemos uma equipa da ASAE a procurar por ilegalidades na nossa parceria com a escola, no licenciamento e não só. Obviamente nada irregular foi detetado e a inspetora confessou ter sido uma queixa de concorrentes. Felicitou-nos pela ideia e pela montagem.</p>
<p>No mesmo dia tivemos uma inspeção do Ministério do Trabalho que procurava irregularidades e trabalho gratuito dos alunos. Estes estavam a ter aulas e foi tudo clarificado sem existir qualquer dúvida da transparência do nosso funcionamento. No fim também admitiram ser queixas de concorrentes.É normal, e estamos preparados para isso.</p>
<p><strong>O Low Costa.Com poderá ser um projecto a “franchisar?<br />
</strong>Sem dúvida. Estou a aguardar que passem alguns meses para que se consolide o funcionamento , que se corrijam algumas questões e irei converter outra pastelaria que temos em Santa Maria da Feira. Deverá ser a loja piloto no próximo verão. Será franchisada mas em loja própria.<strong></strong></p>
<p>O franchising deverá ser também ser low-cost , sem royalties nem custos mensais , só um valor inicial e um pagamento anual opcional por receber formação de novos produtos. Salvaguardarei o perímetro de concorrência entre lojas.</p>
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		<title>Entrevista à directora do easyHotel Porto, Talita Oka</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 23:25:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SergioBastos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[entrevista realizada para o site Low Cost Portugal A cidade do Porto conta com a primeira unidade easyHotel do país. A marca de alojamento low cost é trabalhada em Portugal pela empresa Best Ecran. Situado na Rua Alexandre Herculano, disponibiliza 56 quartos com preços a partir de 26 euros por noite. No intuito de conhecermos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>entrevista realizada para o site <a href="http://www.lowcostportugal.net/viajar/entrevistas/entrevista-a-talita-oka-directora-do-easyhotel-porto/2011/09/">Low Cost Portugal</a></strong></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-19025" title="easyHotel Porto" src="http://www.lowcostportugal.net/wp-content/uploads/easyHotel-Porto-300x243.jpg" alt="" width="300" height="243" /></p>
<p>A cidade do Porto conta com a primeira unidade <a href="http://www.easyhotel.com/hotels/porto.html">easyHotel</a> do país. A marca de alojamento low cost é trabalhada em Portugal <a href="http://www.lowcostportugal.net/viajar/aeroportos/porto/easyhotel-inaugura-unidade-no-porto/2011/09/">pela empresa <strong>Best Ecran</strong></a>.</p>
<p>Situado na Rua Alexandre Herculano, disponibiliza 56 quartos com preços a partir de <strong>26 euros</strong> por noite.</p>
<p>No intuito de conhecermos melhor o modelo do <strong>easyHotel</strong> portuense e dos planos da marca para Portugal, entrevistamos a directora <strong>Talita Oka</strong>.</p>
<p><strong><br />
Em que medida o easyHotel do Porto é mais económica que outra oferta hostel da cidade?<br />
</strong>O easyHotel não está na categoria de um hostel, mas sim como Hotel 2 estrelas. Tem tarifas bem competitivas, pois dentro desta classificação dificilmente encontrará preços a partir dos € 26.00 para um quarto duplo localizado no centro histórico da cidade.<strong></strong></p>
<p><strong>Qual o preço base do alojamento e que extras são cobrados podem ser acrescentados?<br />
</strong>Tarifas a partir dos € 26,00 com cama de casal de grandes dimensões, WC privativo, toalhas, gel de banho e ar condicionado incluídos. Temos uma vasta lista de opcionais, que assim foram considerados por acreditarmos não serem indispensáveis a uma estada de conforto. No entanto, todos esses extras estão disponíveis a preços muito acessíveis.<strong></strong></p>
<p><strong>A easyHotel do Porto beneficia de pacotes realizados com a easyJet e easyHolidays?<br />
</strong>Por já praticarmos preços baixos não fazemos pacotes.<strong></strong></p>
<p><strong>Qual o cliente tipo tem procurado a easyHotel nestas primeiras semanas de actividade?<br />
</strong>Cliente individual de turismo ou negócios entre 18 e 50 anos, em geral.<strong></strong></p>
<p><strong>A aquisição de dormidas é feita por canais diferenciados? (internet, GDS, compra ao balcão). Qual a percentagem de cada uma destas e outras opções?<br />
</strong>Sim, utilizamos os 3 canais. Aliás somos a única marca internacional de hotéis que nasceu apenas com 1 canal de distribuição, o site próprio. Neste momento as vendas electrónicas representam cerca de 2/3 da ocupação.<strong></strong></p>
<p><strong>Gostaria de ter na cidade do Porto um easyBus para complementar a oferta alojamento + avião low cost da marca easy?<br />
</strong>O nosso core business está na easyHotel, pelo que de momento não temos outras parcerias com o easyGroup. Além disso, e pela localização privilegiada, há metro (e outros) a 5 minutos do hotel que deixa mesmo no aeroporto em 30 minutos.<strong></strong></p>
<p><strong>Quantas unidades esperam abrir a breve e médio prazo em Portugal? Com que características?<br />
</strong>O nosso objectivo será a abertura de mais 3 hotéis idealmente à razão de um por ano. Neste momento prioriza-se Lisboa, sendo que os outros 2 destinos ainda estão em aberto. Serão todos com características semelhantes ao do Porto. No entanto temos ainda a possibilidade, desde já, de subfranchisar a potenciais interessados.<strong></strong></p>
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		<title>Referência ao Low Cost Portugal na revista Meios e Publicidade</title>
		<link>http://sergiobastos.net/2011/10/04/referencia-ao-low-cost-portugal-na-revista-meios-e-publicidade/</link>
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		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 22:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SergioBastos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A reportagem &#8220;O low cost em todo o lado&#8221; publicada na revista Meios e Publicidade tem por referência o site Low Cost Portugal. Uma entrevista resultou numa caixa destaque, na qual o autor do meio Low Cost Portugal deu a sua opinião sobre a evolução o modelo baixo custo na economia, na comunicação e marketing [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A reportagem &#8220;<a href="http://www.meiosepublicidade.pt/wp-content/uploads/2011/09/meios-638_300pix-214x300.jpg">O low cost em todo o lado</a>&#8221; publicada na revista <strong>Meios e Publicidade</strong> tem por referência o site <a href="http://www.lowcostportugal.net">Low Cost Portugal</a>.</p>
<p>Uma entrevista resultou numa caixa destaque, na qual o autor do meio <strong>Low Cost Portuga</strong>l deu a sua opinião sobre a evolução o modelo baixo custo na economia, na comunicação e marketing no país.</p>
<p><a href="http://sergiobastos.net/wp-content/uploads/2011/10/lcp-no-meios-e-pub1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1696" title="LCP no MeP" src="http://sergiobastos.net/wp-content/uploads/2011/10/lcp-no-meios-e-pub1.jpg" alt="" width="294" height="416" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Entrevista ao CEO da Ryanair, Michael O&#8217;Leary</title>
		<link>http://sergiobastos.net/2011/09/27/entrevista-ao-ceo-da-ryanair-michael-oleary/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Sep 2011 21:24:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SergioBastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[low cost portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Michael O leary]]></category>
		<category><![CDATA[Ryanair]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrevista ao CEO da companhia low cost Ryanair, Michael O&#8217;Leary, aquando da conferência de imprensa em Lisboa. in Low Cost Portugal]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sergiobastos.net/wp-content/uploads/2011/09/entrevista-MOL-Ryanair.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1734" title="entrevista-MOL-Ryanair" src="http://sergiobastos.net/wp-content/uploads/2011/09/entrevista-MOL-Ryanair.jpg" alt="" width="349" height="320" /></a></p>
<p>Entrevista ao CEO da companhia low cost <a href="http://www.ryanair.com">Ryanair</a>, <strong>Michael O&#8217;Leary</strong>, aquando da conferência de imprensa em Lisboa.</p>
<p><object width="480" height="385" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/z9WZpm_hCHA?version=3&amp;hl=en_US&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="480" height="385" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/z9WZpm_hCHA?version=3&amp;hl=en_US&amp;rel=0" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>in <a href="http://www.lowcostportugal.net/viajar/aeroportos/exclusivo-entrevista-ao-ceo-da-ryanair-michael-oleary-video/2011/09/">Low Cost Portugal</a></p>
]]></content:encoded>
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