Piratas, direitos e NetLabels


A guerra à partilha de ficheiros tem um novo capítulo. A condenação em tribunal do The Pirate Bay e a aprovação, por parte do parlamento francês, de procedimentos que bloqueiam o acesso à internet de quem faz o “download” ilegal de multimédia, estão na ordem do dia. Algumas pessoas dirão que é apenas fogo-de-vista, outros acreditam que é o princípio da vitória contra quem desrespeita os direitos autorais.

Em Portugal, enquanto não há desenvolvimento legislativo, cerram-se fileiras. De um lado está o Movimento Cívico Anti-pirataria na Net (MAPiNET) e do outro a Associação Liberdade na Era Digital .

Isolado destes dois campos estão artistas e fãs de música que consomem o que editoras online – as chamadas NetLabels – lançam. Nestas plataformas de divulgação, a cultura é gratuita e o download é bem-vindo. Música electrónica, alternativa, experimental, pesada, é promovida por vários selos nacionais como por exemplo:

Mimi Records – http://www.clubotaku.org/mimi/pt/main.php

Necrosyphonic – http://www.necrosymphonic.com/

Yellow Bop Records – http://yellowboprecords.com/home.html

Merzbau (RIP) – http://www.merzbau-label.org/

XS-records – http://xsrecordsptnetlabel.blogspot.com/

Editora do Porto- http://doporto.pt.to/

TestTube -http://www.monocromatica.com/netlabel

Enough Records – http://enoughrecords.scene.org/

Hard Club Music – http://www.hard-club.com/index_flash.html (clicar na palheta de guitarra)

Haverá sempre música gratuita na internet, basta os autores desejarem ser ouvidos, apreciados e aplaudidos.

Artigo publicado no Do Vinil ao Digital a 18.09.2009

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