Quando a participação no Twitter é “incompreensível”;


“É incompreensível que os deputados percam o seu tempo em que estão na Assembleia da República a entreterem-se com o último brinquedo tecnológico. Como também é incompreensível que, por exemplo, os jornalistas que fazem a cobertura parlamentar se entretenham a mandar bocas no Twitter sobre os oradores, quando depois terão que, supostamente, escrever um texto isento para publicarem no jornal que trabalham”

Vitor Rainho in Tabu – 14.03.2009

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