Enquanto prossegue o debate sobre os perigos da (total) gratuitidade dos conteúdos culturais, há quem aprenda a fazer deles método de negócio.
Na semana passada foi revelado os vídeos dos Monty Python disponibilizados no YouTube catalizaram o aumento de vendas em 23,000% dos seus DVDs na Amazon.
Fenómenos semelhantes como os de Radiohead e Nine Inch Nails não prejudicaram as vendas e carreiras dos artistas, pelo contrário.
Talvez Chris Anderson (Wired, A Cauda Longa) tenha razão ao dizer que os modelos gratuito e pago irão coexistir. Em 2009 aguarda-se a edição do livro “Free” onde trata destas temáticas.
Por outro lado, há quem defenda que os conteúdos gratuitos e o “culto do amadorismo” apenas vão destruir a natural ordem das coisas. É o caso de Andrew Keen, autor de “O Culto do Amadorismo”.


