Conflito de Gaza mobiliza Web 2.0: Facebook, Twitter e YouTube


As “escaramuças” militares entre Israel e o movimento palestiniano Hamas, têm repercussão na Internet. Utilizadores de diferentes cantos do planeta escolhem um dos lados, ou nenhum, e muitos estão a ler e filtrar informação via Web 2.0. São conhecidas acções no YouTube, Twitter e Facebook.

Duas horas depois dos primeiros ataques aéreos contra o Hamas, o isrealita veterano de guerra Joel Leyden criou o grupo “I Support the Israel Defense Forces In Preventing Terror Attacks From Gaza” no Facebook. Actualmente tem mais de 44.000 membros.

O autor não está só neste no lado que defende. A The Jewish Internet  Defense Force, também está a organizar acções no Facebook. Como diz Joel Leyden, “O Facebook é a maior rede social que conhecemos. O seu alcance é mais poderoso do que outro qualquer meio de divulgação actual”.

O IDF, exército de Israel, abriu uma conta de YouTube onde está a partilhar algumas acções militares levadas a cabo. Actualmente tem 29 vídeos. cerca de 11.500 subscritores e mais de 778.000 visitas.

O consulado de Israel em Nova York criou uma conta de Twitter na passada Segunda-Feira com a qual tem procurado responder a dúvidas de  perfis “seguidores”.

ptgaza

Em Portugal, desde as primeiras horas do dia que o perfil de twitter @ptgaza faz a cobertura do que se tem vindo a publicar em português, e não só, sobre o conflito. O Dossier Faixa de Gaza está a ser produzido por @PauloQuerido no site Diario2 e posteriormente distribuído na rede de microblogging. Já emitiu perto de 100 mensagens sendo seguido por 35 perfis.

via The Jewish Week, CNN e France 24

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