Grécia: uma convulsão 2.0


Os distúrbios que decorrem nas cidades gregas não são apenas físicos, consubstanciam-se online: no YouTube, Facebook e Twitter.

Como diz Alexis Papachelas, editor do Kathimerini ao Chicago Tribune, “as pessoas estão a comunicar através do YouTube e Facebook , e os políticos têm um problema sério em comunicar e falar para aqueles jovens. Não sabem como os alcançar.”

O vídeo de homenagem a Alexandros Grigoropoulos colocado no YouTube tem já 150 mil visitas e 2,389 comentários. No Facebook foram criados vários com o seu nome. Este, por exemplo, tem mais de 131 mil membros. No Twitter, em #griots mobilizam-se os revoltosos em tempo real e partilham-se imagens e vídeos.

A facilidade de partilha e actualização das tecnologias 2.0 marcam 2008. Mumbai, Santa Catarina, Egipto e agora Grécia são alguns dos casos em que o “social networking” se tornou visualmente activo e a primeira fonte de notícias.

Como teria sido a revolta dos suburbios franceses em 2005 com o microblogging, redes sociais e canais de vídeo?

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