Os tempos são de tecnologia sem fios e de tratamento de informação por via digital, mas houve uma era em que se escreviam cartas à mão e se compravam cartas e selos.
Nos “tempos modernos” reina o correio electrónico e o selo assume um carácter decorativo e de distinção.
Os CTT acabam de lançar a colecção onde se relembram alguns dos melhores álbuns e artistas de rock nacionais. A escolha conduzida por Luís Filipe Barros, a voz do programa de rádio Rock em Stock, recaiu em:
Quarteto 1111 “A Lenda de El-Rei D. Sebastião”
Rui Veloso “Ar de Rock”
GNR “Psicopátria”
Heróis do Mar “Heróis do Mar”
UHF “À Flor da Pele”
Moonspell “Wolfheart”
Os selos, que reproduzem as capas do discos citados, custam 1 euro e são válidos para o envio de cartas nacionais e internacionais.
A promessa cumpriu-se e a associação Megafone está á procura de valores que perpetuem a música de raízes portuguesas. Tal como exemplificou João Aguardela em vida.
Até 31 de Julho decorrem as inscrições para a primeira edição do prémio Megafone Música. Os três finalistas vão actuar no CCB a 17 de Outubro.
Será ainda atribuído o prémio Megafone Missão a uma entidade não musical que se distinga na divulgação de música de orientação portuguesa.
“Depois de Alguma Coisa” é o nome do álbum de estreia do saxofonista Gonçalo Prazeres. Após anos de formação jazzística, entre a Praça da Alegria e a Berklee College of Music, chegou a hora de assentar em estúdio algum do seu sentir e saber.
Nuno Costa (guitarra), Demian Cabaud (contrabaixo), Luís Candeias (bateria) e, como convidado especial, Jeff Davis (vibrafone), ajudam Gonçalo Prazeres a obter um registo nada mainstream e pouco vanguardista, cuja música é descrita como “orgânica e fluida”, pelo próprio.
Um momento raro de completude. Saramago e Meireles, minutos após da visualização do filme “Ensaio sobre a Cegueira”. Um autor emocionado perante uma transposição cinematográfica que cumpriu a mensagem que premiu em papel.
Finalizada a vida, preservo este pequeno-grande momento de José Saramago.
Um dos bons documentários que a RTP 2 exibiu em Maio no Dia D, foi “As Cordas”. A produção da Terra Líquida Filmes tomou pela mão de três guitarristas de Amália Rodrigues (Raúl Nery, Joel Pina e Fontes Rocha) e deu-lhes merecida exposição e voz.
O trio, já na casa dos 80 anos, conta episódios deliciosos sobre a carreira mundial de Amália Rodrigues. Presenciaram a ascensão, mas também a queda da artista que nos deixou há 10 anos. Foram actores secundários da divulgação do Fado e contribuíram para que o Fado seja hoje candidato a património mundial.
“I Got a Feeling” dos Black Eyed Peas foi adoptado pela selecção nacional como “hino” da caminhada ao Mundial de futebol 2010.Nos últimos meses, vários artistas portugueses têm lançado as suas versões de apoio à equipa seleccionada por Carlos Queiroz. Uns são esforços transatlânticos (Panda Pompoir), outros apoios ao imaginário do futebol com episódios bíblicos (Tiago Guillul) ou gritos sentidos (Fonzie, Candy Shop Project).
Ronnie James Dio faleceu no passado dia 16 de Maio, aos 67 anos. Ficou conhecido como o vocalista que substituiu Ozzy Osbourne em Black Sabbath, mas há outra característica que faz dele uma personagem única no Metal. Foi o elemento “difusor” da mão simulando um par de chifres, símbolo que uma boa parte de fãs e bandas do estilo adoptam.
Não há cultura que se estruture ou afirme sem símbolos e rituais. A Dio é atribuída a divulgação deste sinal, que tomou conhecimento bem cedo por uma avó de ascendência italiana. Esta utilizava-o como forma de combater, ou induzir, o mau-olhado. Uma praxis mediterrânica.
Ao longo da década de 70, alguns artistas associados à área rock/metal (Gene Simmons, Blackie Lawless, Terry “Geezer” Butler) utilizaram o símbolo. Contudo, foi Dio que o tornou popular a partir de 1979, de forma a não sucumbir ao carisma de Ozzy Osbourne, que acabara de substituir em Black Sabbath.
O Android, sistema operativo da Google conhecido pela prestação em smartphones, está cada vez mais popular dada a sua flexibilidade e portefólio de aplicações. Há ferramentas, inclusive, para facilitar a interacção com automóveis.
A aplicação permite uma série de funcionalidades no Chevrolet Volt, o carro eléctrico da General Motors. Activação de voz e comunicação entre o telemóvel e o veículo, são facilitadas com a app produzida pela OnStar.
De momento, a ferramenta funciona nos smartphones Motorola Droid e BlackBerry Storm.
Na era digital, um talento de vendas e exposição como Lady Gaga gera reacções multimédia que se materializam em remisturas do seu trabalho.
Do polémico vídeo “Telephone” é agora conhecido um remake feito por militares americanos estacionados no Afeganistão. Em poucos dias superou as 4 milhões de visualizações.
Onde há sucesso, há remix e mashup. O vídeo mostrado em seguida, conjuga Metallica “Enter Sandman” e “Telephone” de Lady Gaga. Uma mistura impossível?